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Death Magnetic
Metallica volta aos bons tempos com álbum furioso cujo mote é a morte

Fotos: DIVULGAÇÃO

EM TRÊS DIAS, 490 mil de Death Magnetic do Metallica foram compradas nos EUA. Foi o primeiro álbum de inéditas em cinco anos. Em tempos de pirataria virtual, este número é um termômetro da recepção calorosa que a tribo metaleira vem dedicando ao disco.

Com dez temas que têm a morte como mote central, Death Magnetic ostenta um som furioso que remete aos discos lançados pelo Metallica nos anos 80, década em que a banda virou um dos ícones do thrash metal, vertente agitada e veloz do rock metaleiro. Os solos de guitarra de Kirk Hammett vão satisfazer o apetite de fãs do gênero. "O que não mata te torna mais forte", rosna o vocalista (e também guitarrista) James Hetfield em verso de "Broken, Beat & Scarred".

O Metallica sobreviveu à debandada do baixista Jason Newsted (substituído por Robert Trujillo), à dispensa de seu então recorrente produtor Bob Rock (trocado por Rick Rubin, o nome da vez no mercado do rock) e aos demônios pessoais do Hetfield, que chegou a se retirar de cena em 2001 para se recuperar do vício em drogas. Por mais que suas letras remoam clichês do gênero metal satânico, músicas como "All Nightmare Long" e "The Judas Kiss" exibem a virulência e a energia que, para os fãs mais radicais, haviam se dissipado da discografia do Metallica desde o Álbum Negro, de 1991. Mauro Ferreira


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