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Mamma Mia!
Meryl Streep rouba o show em filme inspirado nas canções do grupo Abba

DIVULGAÇÃO
Comédia é ensolarada e vivaz, apesar de certa falta de ritmo

O ESPECTADOR QUE É FÃ tanto das músicas do quarteto sueco Abba quanto da atriz Meryl Streep tem mais de meio caminho andado para se divertir com o cômico e romântico Mamma Mia!, a versão cinematográfica do musical homônimo que estreou nos palcos londrinos em 1999. À semelhança do que foi feito com as músicas dos Beatles no filme Across the Universe (2007), aqui as letras de famosas canções do Abba - como, entre outras, "Dancing Queen", "Take a Chance on Me" e "The Winner Takes It All" - costuram a trama e a fazem evoluir.

A história é um fiapo e serve praticamente de pretexto para os muitos números coreografados. Numa paradisíaca ilha grega, Sophie (Amanda Seyfried) vive numa pousada decadente com a mãe solteira Donna (Meryl Streep). Para seu casamento, a jovem convida três homens do passado da mãe, um deles seria seu pai verdadeiro: o charmoso Sam (o ex-007 Pierce Brosnan), o executivo solteirão Harry (Colin Firth, de O Diário de Bridget Jones) e o aventureiro Bill (Stellan Skarsgaard, de Piratas do Caribe, partes 2 e 3). Está armada a confusão!

A dramaturga Catherine Johnson criou o corpo dramático entre as canções tanto para o teatro quanto para a tela, assim como Phyllida Lloyd conduziu também as duas versões, marcando inclusive sua estréia na direção de cinema. Co-produzido pelo astro Tom Hanks e por sua esposa, Rita Wilson, junto aos integrantes e compositores originais do Abba, Benny Andersson e Björn Ulvaeus, o filme tem altíssimo- astral, é ensolarado e vivaz.

Meryl Streep rouba o show revelando talento como cantora e mostrando prazer e descontração em seu papel. Brosnan também surpreende com seus dotes vocais, e Seyfried é uma encantadora revelação. As veteranas Julie Walters (da série Harry Potter) e Christine Baranski (Chicago), como as melhores amigas de Donna, também têm boas cenas.

É pena que Lloyd ainda não domine a linguagem do cinema: as cenas não se costuram, apenas se justapõem, o que provoca problemas de ritmo. Além disso, as coreografias são inexpressivas, falha séria para um musical. E há detalhes de roteiro muito mal trabalhados, como a descoberta absurda da homossexualidade de um dos três candidatos a pai. Mesmo assim, as canções e o carisma do elenco seguram as pontas.
(Classificação indicativa: a conferir)
Christian Petermann


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