CARLOS PAZETTO
O que mudou da primeira edição para esta?
A principal mudança é o cuidado fotográfico maior. Abrimos o repertório de fotógrafos que colaboram com o programa: temos Rodrigo Marques, Pedro Molinos, Daniel Klajmic e Paulo Weiner. Também usamos stylists consagrados nas provas, o que imprimiu uma identidade mais fashion ao BrNTM. Além disso tudo, o casting de modelo está melhor.
O programa estréia nesta quinta-feira, dia 4 de setembro. Como está o clima das gravações?
Super, super, superbom. No dia 28 de agosto gravamos o penúltimo capítulo da temporada com um desfile da grife Neon, de Dudu Bertholini. Portanto, já sabemos quem são as duas finalistas. Mas somente quando o programa chegar nesse capítulo (o penúltimo) é que vamos nos reunir novamente para gravar a grande final.
Com exceção da Mariana Richard, que fez alguns trabalhos pontuais em desfiles e comerciais, o que aconteceu com as demais finalistas da 1ª temporada?
Como produtor, eu somente acompanhei os trabalhos da Mari Richard e da Ana Paula Costa. A idéia do programa é lançar as modelos, quem se responsabiliza pelo acompanhamento e pelo sucesso ou não delas no pós são as agências.
Na edição anterior, não havia votos populares. A regra permanece?
Sim. Todas as decisões são tomadas pelo corpo de jurados, incluindo a vencedora final.
Dessa vez o programa encontrou a nova "Gisele"? Qual a sua expectativa?
Desde o início, senti que o nível das modelos estava melhor. O critério de seleção foi mais refinado. Entre 3.000 inscritas, selecionamos 20, das quais, eu acredito, oito podem seguir a carreira de modelo. Tenho certeza, por exemplo, que as duas finalistas terão muitas oportunidades no mercado.
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