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Outras atrações nas salas de cinema
Fotos: DIVULGAÇÃO
Ben Stiller, Robert Downey Jr. e Jack Black em cena

Trovão Tropical
O ATOR BEN STILLER nunca emplacou um sucesso de bilheteria como diretor de cinema. Depois de estrear no elogiado Caindo na Real (1994), ele dirigiu um dos poucos fracassos de Jim Carrey nos anos 90, O Pentelho (1996), e depois acertou em cheio no quase desconhecido Zoolander (2001), uma comédia sobre o mundo fashion. Agora em sua direção mais ambiciosa, Trovão Tropical, o foco são os filmes de guerra, em especial o conflito do Vietnã, recorrendo ao artifício da metalinguagem: Stiller é o astro do filme dentro do filme.

Com ótimos atores no elenco, como Jack Black e Robert Downey Jr., além de um Tom Cruise sob intensa maquiagem, Stiller, porém, realiza um filme barulhento e de humor óbvio e previsível, desperdiçando idéias e talentos. O roteiro, co-escrito com o ator estreante na função Justin Theroux, apela às soluções mais fáceis e banais. (16 anos)
Christian Petermann

André Moraes, Jair Oliveira, Rodrigo Santoro e Ângelo Paes Leme

Os Desafinados
FOI EM VENEZA, ao ouvir o som da música “Insensatez”, que Walter Lima Jr. criou Glória, personagem de Cláudia Abreu e cuja morte abre Os Desafinados. O estalo para o filme veio de um episódio da vida do diretor, e o enredo é recheado de fatos e situações reais que, situadas em outro contexto, são a cereja dessa homenagem à bossa nova. Glória era a vocalista do grupo formado pelo pianista Joaquim (Rodrigo Santoro), o saxofonista Davi (Ângelo Paes Leme), o baixista Geraldo (Jair Oliveira) e o baterista PC (André Moraes).

As peripécias pela Nova York dos anos 60, e depois os desafios no Brasil da ditadura, são relembradas pelos remanescentes da banda. A narrativa carece de concisão e agilidade, mas o elenco está em fina sintonia. É um delicado filme de reminiscências. Da juventude do cineasta, amigo de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e de um país que reluziu na música tudo o que enegreceu na política. (12 anos)
Suzana Uchôa Itiberê

JOÃO LUIS SOARES
Encontro de Marisa Monte com Paulinho da Viola

O Mistério do Samba
EM 1998, Marisa Monte começou a produção do CD Tudo Azul, em que reuniu canções inéditas da Velha Guarda da Portela. Os encontros com os compositores veteranos, os bambas, foram registrados pelos cineastas Carolina Jabor e Lula Buarque de Hollanda, e a dupla sentiu que havia ali algo mais que a garimpagem musical. O Mistério do Samba é fruto dos dez anos de convivência entre Marisa, os diretores e essa nata da música.

Imagens de arquivo percorrem as ruas de Oswaldo Cruz, bairro da Zona Norte carioca e berço da Velha Guarda da Portela. Há cenas dos primeiros carnavais da escola e de encontros dos mestres com discípulos como Zeca Pagodinho e Paulinho da Viola. O pote de ouro está nas entrevistas de Marisa com os portelenses. Não é um documentário biográfico e sim um filme poético que desvenda a intimidade dos sambistas e suas inspirações na hora de criar canções tristes nas letras, mas alegres na melodia. (Classificação indicativa: a conferir)
(S.U.I.)


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