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O Procurado
Angelina Jolie dá aval à adaptação acelerada e bem-humorada de HQ

DIVULGAÇÃO
O filme protagonizado por James McAvoy (à esq.) arrecadou US$ 130 milhões nos EUA

FILME DE MUITA AÇÃO e humor, O Procurado é um projeto que, a despeito de expectativas contrárias, deu certo. É a estréia em Hollywood do diretor russo Timur Bekmambetov, responsável pelos dois maiores sucessos de bilheteria de seu país, Guardiões da Noite (2004) e Guardiões do Dia (2006), interessantes fantasias de ficção científica com vampiros. Nessa adaptação simplificada, mas fiel ao espírito original, dos quadrinhos de Mark Millar e J. G. Jones, o que se tem é ação da melhor qualidade, já uma marca registrada de Bekmambetov. Mas, pela primeira vez, ele insere humor. O resultado foi considerável bilheteria de US$ 130 milhões de arrecadação apenas nos Estados Unidos.

Esta é a história de Wesley Gibson (James McAvoy, de Desejo e Reparação), um contador medíocre, de vida banal e que acaba de ser dispensado pela namorada. De repente, ele descobre ser herdeiro do maior assassino do planeta - e de suas habilidades. Ele passa a ser treinado pela Fraternidade, ordem liderada por Sloan (Morgan Freeman) e na qual ele conhecerá Fox (Angelina Jolie), que transformará sua personalidade. Angelina, depois de personificar duas vezes Lara Croft e de enfrentar Brad Pitt em Sr. & Sra. Smith, provou entender a mecânica de um filme de ação e tem presença sexy e bem-humorada. Curioso é ver McAvoy, ator britânico de formação acadêmica, divertir-se com um personagem exagerado e inverossímil.

Ele conquista a empatia do espectador.

A hiperatividade da fita pode incomodar os menos afeitos à crescente aceleração do gênero: cada vez mais, a montagem dos filmes de aventura se torna quase sensorial, de tão ágil e inquieta. Se por vezes essa opção pode resultar pernóstica, como, por exemplo, em Sin City (2005), aqui ela está a bom serviço do caráter cartunesco assumido. E com um ótimo elenco para dar solidez aos efeitos - completado pelo veterano Terence Stamp (Agente 86) e pelo alemão Thomas Kretschmann (King Kong), no papel do vilão Cross -, este blockbuster, mesmo à sombra de cavaleiros das trevas e homens de ferro, cumpre bonito todos seus preceitos. (18 anos) Christian Petermann


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