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Televisão
O lado mulherzinha de Ingrid
A atriz Ingrid Guimarães, que sempre foi auto-suficiente no trabalho e nos relacionamentos, fala da experiência de morar pela primeira vez com um namorado e do desejo de ser mãe

TEXTO MACEDO RODRIGUES
FOTO RICARDO FASANELLO


Aos 36 anos, Ingrid Guimarães é uma mulher orgulhosa por ter construído sua carreira com grandes doses de auto-suficiência. Ela lembra sem modéstia que foi co-autora de seus dois maiores sucessos teatrais, as peças Confissões de Adolescente (1992-1995) e Cócegas (em cartaz desde 2001), e é criadora do programa Mulheres Possíveis, que apresenta no canal GNT, e da personagem Leandra Borges, sucesso no Fantástico. A vida pessoal não fugia à regra. A atriz diz ter exercitado ainda mais sua independência, sobretudo dos homens. Tanto era assim que ela jamais havia dividido uma casa com um namorado, até se decidir por morar com o publicitário Renê Machado, 38 anos, com quem está há dois anos e já pensa em ter filhos. "Tenho um desejo enorme de ser mãe. Mas não quero falar muito sobre isso. Só digo duas coisas: quero ter e sei fazer", diverte-se. Este desejo, inclusive, agitou a família da atriz, carente de um menino no clã das Guimarães. "A vontade da minha família de eu engravidar de um menino é tão grande que tenho até medo de engravidar de uma menina", exagera. "Somos três irmãs, minha mãe, minha avó, sendo que minha irmã mais velha tem duas filhas, Sofia e Amanda, e a mais nova acabou de ter uma filha, a Manuela. É um mulherio só", enumera a atriz.

"Armar o casamento dá muito trabalho, é como montar uma peça de teatro, com a diferença de que nesta peça você fica um dia só em cartaz", diz Ingrid, que não planeja subir ao altar

Antes de Renê, Ingrid admite que centralizava demais todas as suas responsabilidades. "Eu não só escrevia meus textos, atuava e administrava minha carreira, como cuidava dos afazeres da empregada, dava atenção à família e aos amigos, pagava minhas contas, dava ordens em casa... Eu estava ficando muito macho", conta. Na primeira vez em que saiu com o publicitário, um gesto simples dele fez com que ela reacendesse seu lado feminino. "Ele carregou minha bolsa e abriu a porta do carro para mim. Aquilo me fez suspirar e pensar: ai, que saudade de ser mulherzinha. Eu tinha me esquecido do quanto era bom."

Ingrid diz estar amando a vida a dois e recomenda o casamento para homens e mulheres: "Minha vida de solteira foi ótima, me diverti horrores, namorei bastante, mas estava sempre pensando: será que ele é o cara? Depois que a gente encontra, é uma tranqüilidade". Apesar de fazer esta avaliação positiva, ela nunca sentiu vontade de formalizar sua relação com Renê. "Me considero tão casada quanto as casadas no papel." Nem jamais teve interesse em se vestir de noiva e subir ao altar. "Acho que já sou muito olhada e não sei se quero mais holofote em cima de mim. E depois tem outra coisa, armar o casamento dá muito trabalho, é como montar uma peça de teatro, com a diferença de que nesta peça você fica um dia só em cartaz", compara. Apesar do desapego às convenções, Ingrid se surpreendeu recentemente no último Dia dos Namorados, quando Renê a presenteou com uma aliança, algo que ela nunca cogitou usar. "Mas não é que eu adorei? Gostei da sensação, mas a gente troca os dedos. Um dia estamos casados, no outro estamos noivos. É divertido."


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