- Anuncie
- Assine

 
 
 
Reportagens // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Esporte
"Vivi a emoção mais forte em uma Olimpíada"
O iatista Robert Scheidt fala sobre o privilégio de carregar a bandeira verde-amarela à frente da delegação brasileira na espetacular abertura dos jogos olímpicos de Pequim

TEXTO MÁRIO SIMAS FILHO, DE PEQUIM

GETTY IMAGES
“Conduzir o time brasileiro aumenta a responsabilidade, mas também traz motivação maior”, disse o velejador Na festa foram usadas 2,5 mil luzes e 300 toneladas de equipamentos apenas para iluminação

O iatista Robert Scheidt está longe de ser um principiante em Jogos Olímpicos. Ocupou oito vezes o lugar mais alto do pódio em campeonatos mundiais e foi campeão olímpico em Atenas (2004) e em Atlanta (1996). Mas, segundo afirmou à Gente no sábado 9, a maior emoção de sua carreira não está relacionada a nenhuma medalha. “Ontem vivi a emoção mais forte em uma Olimpíada”, revelou o atleta de 35 anos. “É indescritível a sensação de empunhar a bandeira nacional e conduzir a delegação brasileira dentro de um estádio lotado com todos te observando.” Scheidt deixou a solenidade de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim na madrugada do sábado 9 e por volta das 8h embarcou para Qingdao, onde na sexta-feira 15 começa a disputar as regatas da classe star. “O fato de haver conduzido o time brasileiro na abertura da Olimpíada aumenta a responsabilidade, mas também traz motivação maior”, afirmou, confiante na possibilidade de se tornar o primeiro brasileiro tricampeão olímpico. Sobre a cerimônia no estádio Ninho do Pássaro, Scheidt diz ter deixado o evento com a sensação de que o Brasil foi um dos países mais aplaudidos pelos chineses. O iatista recebeu a missão de carregar a bandeira brasileira no início de julho, após encontro em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Já naquela ocasião fiquei emocionado e no estádio retribuí aos acenos do presidente como uma forma de agradecimento por me antecipar a surpresa”, afirmou. Normalmente, os atletas só ficam sabendo quem será o condutor da equipe dias antes da abertura dos jogos.

Na China, a tradição de guardar sob segredo a música-tema da abertura dos jogos foi cumprida à risca. A canção só foi divulgada durante o evento, interpretada pelo astro pop chinês Liu Hun e pela cantora britânica Sarah Brightman, soprano que conquistou fama internacional a partir de suas apresentações como a protagonista de O Fantasma da Ópera em Londres e na Broadway. A princípio, os organizadores optaram por uma intérprete chinesa, mas acabaram mudando o roteiro sem informar oficialmente as razões. Limitam-se a informar que a britânica foi escolhida por já ter gravado músicas em diversos idiomas.

A abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim foi prestigiada por cerca de 100 líderes mundiais, entre eles o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que dias antes do evento disparou pesadas críticas ao governo chinês, acusando- o de desrespeitar os direitos humanos. Para os chineses, a festa custou R$ 100 milhões. No espetáculo foram usadas 2,5 mil luzes para efeitos especiais e 300 toneladas de equipamentos apenas para iluminação. Os figurinos somaram 15 mil roupas diferentes para caracterizar 47 estilos de produção. Daqui para a frente o palco dos espetáculos passam a ser as arenas esportivas e nelas os recordes precisam ser quebrados sem a ajuda de efeitos especiais.

AP

À esq., Ketleyn Quadros beija sua medalha de bronze; acima o judoca Leandro Guilheiro comemora a vitória

Foi o judô que trouxe as primeiras medalhas para o Brasil, na segunda-feira 11. A judoca Ketleyn Quadros foi responsável pela estréia verde-amarela no pódio com um bronze que também significou a primeira premiação individual feminina da história para o País. Já a segunda medalha de bronze veio de Leandro Guilheiro. A ginástica olímpica também promete vitórias. No sábado 9, Diego Hypólito foi o primeiro brasileiro a conquistar uma vaga na final da modalidade, a ser disputada no dia 17. A ginástica feminina também vai bem. No domingo 10, a equipe brasileira encabeçada por Daiane dos Santos conquistou, pela primeira vez, uma vaga para a final por equipes. Além disso, Jade Barbosa, Ana Claudia Silva e Daiane do Santos foram classificadas para as finais individuais.


PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>

Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS