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Asterix nos Jogos Olímpicos
Nova peripécia dos gauleses tem piadas sem graça

Asterix e Obelix voltam às telas no terceiro filme da franquia

LANÇADO ÀS VÉSPERAS da Olimpíada de Pequim, Asterix nos Jogos Olímpicos não poderia ter um timing melhor. O elenco, recheado de estrelas, é outro chamariz. Mas falta o principal neste terceiro exemplar da franquia inspirada nos quadrinhos de René Goscinny e Alberto Uderzo: humor. Na trama, os gauleses Asterix (Clovis Cornillac substitui Christian Clavier) e Obelix (Gérard Depardieu) vão ajudar Apaixonadix a vencer o romano Brutus nos Jogos Olímpicos da Grécia, e assim ganhar a mão da princesa Irina em casamento.

Alain Delon (e seus cintilantes olhos azuis) rouba a cena como o imperador Júlio César, sempre atento às estratégias do filho, Brutus, para matá-lo. Afora a eletrizante corrida de bigas, com o piloto Michael Schumacher à frente da equipe alemã, a narrativa é um amontoado de piadas bobocas. Mas nada se compara ao bizarro final, uma seqüência sem nexo, criada para encaixar as participações do craque do futebol Zinédine Zidane, da tenista Amélie Mauresmo e do astro do basquete Tony Parker. (Livre) Suzana Uchôa Itiberê

NA ESTANTE

O livro com a mesma história contada no filme sobre os gauleses acaba de chegar às lojas. Asterix nos Jogos Olímpicos (Record, 64 págs., R$ 25), de René Goscinny e Albert Uderzo, e traz nos quadrinhos, em vez dos desenhos, fotos de cenas.


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