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Badalação
Os reis de Nova York
Os empresários Jeffrey Jah e Richie Akiva, donos da casa noturna 1oak, circulam entre as estrelas e contam algumas de suas histórias de noites célebres

TEXTO BRUNO DEMINCO FOTOS KARINA BURIGO/AG. ISTOÉ

Jeffrey e Richie Akiva na sexta-feira 24 durante sua visita de três dias a São Paulo. Em 2009, eles vão abrir uma boate na cidade

Quando o ator Sean Penn vai à balada, ele gosta de conversar com todo mundo e é bastante extrovertido. Já o galã Leonardo di Caprio quase não é notado. Ele põe um boné de baseball e sempre parece querer se esconder nas sombras das abas de seu chapéu para curtir a noite, na dele, sem trilha-sonora de gritinhos femininos. Ao contrário, a animada Lindsay Lohan se esbalda na pista de dança. Enquanto isso, o casal Jay Z e Beyoncé reúne alguns amigos e se isolam na cobiçada área VIP. Para a maioria dos mortais, simplesmente avistar alguma dessas celebridades é um evento único. Para Richie Akiva e Jeffrey Jah, isso faz parte do cotidiano. Eles são donos do badalado clube 1OAK, em Nova York, uma das casas noturnas mais freqüentadas por artistas, tops internacionais e descolados mundiais. Até o Carnaval do próximo ano, a boate vai ganhar uma filial em São Paulo.

Bem relacionados, os dois americanos começaram no ramo de eventos há mais de 15 anos. Jeffrey já organizou festas para celebridades do porte de Gwen Stefani, Jennifer Lopez, The Rolling Stones e até para bandas como Nirvana e Pearl Jam, quando o rock de Seattle chamava a atenção do mundo nos anos 90. Richie começou sua carreira do outro lado, como artista, quando decidiu montar um grupo de rap aos 16 anos. A carreira musical não deslanchou, mas abriu caminho para que ele se tornasse amigo de grandes nomes, como o rapper Jay- Z. “Ele e Beyoncé freqüentam bastante o nosso clube em Nova York, mas temos um pacto de eu não ficar falando dele por aí”, diz Richie. Do amigo famoso, ele só se permite revelar seus drinques prediletos: vodca com energético e o champanhe Cristal, cuja garrafa custa, em média, 350 dólares.

Jeffrey e as beldades brasileiras: (da esq. para a dir.) a namorada e modelo Renata Maciel, as tops Alessandra Ambrósio e Ana Beatriz Barros

Rainhas das pistas
Quem também marca presença na 1OAK são as tops brasileiras que brilham nas passarelas internacionais. Quando Alessandra Ambrósio, Fernanda Motta, Raica Oliveira e Adriana Lima chegam, os rigorosos hostess na porta da boate abrem espaço e lhe dão as boas-vindas. “As garotas brasileiras têm uma energia muito boa. Quando elas dançam, contagiam todo mundo, é uma loucura”, afirma Jeffrey, que namora uma delas, a modelo catarinense Renata Maciel.

A afinidade com o Brasil não é só afetiva. Jeffrey também é sócio do Café de la Musique, na praia de Jurerê Internacional, em Santa Catarina, e já promoveu eventos no Brasil. Ele organizou a festa particular dos Rolling Stones, quando o grupo tocou no Rio em 2006. Como o assédio da imprensa e dos fãs era muito grande, Jeffrey lembra que era impossível realizar o evento em outro lugar que não fosse o próprio Hotel Copacabana Palace. “Fizemos uma espécie de área VIP e a festa aconteceu por lá mesmo”, conta. Como um dos soldados dos dragões do rock no Brasil, o empresário passou por um de seus maiores sufocos de sua carreira. “Eu queria levar Mick Jagger a um ensaio de escola de samba porque já estávamos presos no hotel a semana inteira. Armei uma operação de saída: chequei a porta dos fundos do hotel e estava vazia. De repente, quando o Jagger colocou o pé do lado de fora, surgiram, do nada, uns 15 paparazzi. Entramos no carro e, de repente, já tinha umas mil pessoas do lado de fora. Tivemos de esquecer do ensaio e voltar ao hotel”, relembra.

O sócio Richie Akiva também já passou por algumas situações delicadas. Dono do Butter, badalado restaurante de Nova York, ele chamou seu amigo, o músico Prince, para uma apresentação de 21 músicas em seu estabelecimento. “Todo mundo que era todo mundo estava lá”, gaba-se. Em meio a tantas estrelas, Akiva passou por uma sinuca de bico ao perceber que Lindsay Lohan e o rapper P. Diddy discutiam por causa da mesma mesa. E teve de intervir para que a noite não desmoronasse. Richie acomodou os dois grupos em mesas diferentes e todos curtiram o show ao melhor estilo novaiorquino: privado, blasé e chique.

 


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