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Cinema
"Nunca me verão puxando os cabelos"
Aos 71 anos, Morgan Freeman fala sobre seus mais recentes filmes, Batman, O Cavaleiro Das Trevas e o procurado, e confirma a imagem de sujeito tranqüilo

TEXTO MARINA MONZILLO

Ele já foi Deus. Duas vezes. Foi também mecânico da Força Aérea Americana, mais isso ocorreu antes de a carreira de ator deslanchar. Vencedor de um Oscar e indicado para mais três, Morgan Freeman, 71 anos, despontou tarde para fama, apenas nos anos 90, pois se dedicou mais ao teatro do que ao cinema durante a juventude. Hoje, entretanto, é aclamado como uma das lendas vivas de Hollywood.

A voz tranqüila e calma, os olhos bondosos e a postura digna, de quem tem mais conhecimento da vida do que explicita, costumam ser emprestados a muitos dos personagens que interpreta. Além de estarem presentes no Deus de O Todo Poderoso (2003) e A Volta do Todo Poderoso (2007), essas características estão no motorista de Conduzindo Miss Daisy (1989), no ex-boxeador de Menina de Ouro (2004) e no moribundo de Antes de Partir (2007), entre outros.

Em uma conversa por telefone com Gente, de Nova York, o ator comentou sobre o tempo (“Choveu pela manhã, mas agora o sol começa a aparecer”), falou sobre seus filmes mais recentes, sua personalidade tranqüila e a família – ele é casado há 24 anos com Myrna Colley-Lee e pai de dois filhos, do primeiro casamento.

O sr. faz uma média de quatro longas-metragens por ano. Nunca tira férias?
Eu amo o que faço. E nunca vou dizer não a uma oferta de trabalho para sair de férias. Tenho de trabalhar enquanto existem papéis disponíveis para mim. Porque já houve momento em que não existiam. E sei que isso pode voltar a acontecer.

A família não reclama?
Eles já se acostumaram. Além disso, eles têm acesso livre aos sets de filmagem. Portanto, podemos nos ver sempre que quisermos.

Qual é seu ideal de férias?
Gosto de velejar. Da última vez, estive no México com meu barco. E a minha mais nova paixão é o golfe.

Atualmente, o sr. está em Batman, o Cavaleiro das Trevas e em breve o público poderá vê-lo em O Procurado, que também é inspirado em uma história em quadrinhos. É fã de HQs?
Eu cresci nos anos 40, quando não havia televisão. Minha diversão era o rádio e as histórias em quadrinhos, aprendi a ler com histórias em quadrinhos. Portanto, sim, sou um grande fã. Gosto de histórias que mostram a boa natureza do ser humano.

Seus personagens costumam ser homens calmos e sábios. Essa imagem também corresponde a sua personalidade?
Claro que existem coisas que me chateiam, mas você nunca me verá puxando os cabelos. A minha sabedoria é não levar as coisas tão a sério.

O que mais aprendeu com a vida?
A ter humildade e saber que nunca faço nada sozinho, que a ajuda da minha família e de amigos foi fundamental para que eu chegasse a algum lugar.

Onde guarda sua estatueta do Oscar?
Em um gabinete no meu escritório, em casa. O gabinete foi construído por um grande amigo.

“Jamais vou dizer não a uma oferta de trabalho para sair de férias”, diz Morgan Freeman, que atua em quatro filmes por

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