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Olimpíadas
Basquete no banco
O ex-astro das quadras Oscar Schmidt lamenta a desclassificação da seleção brasileira, Mas se diz empolgado em sua estréia no time de comentaristas da olimpíada em Pequim

TEXTO GABRIEL DEBIA FOTO PITI REALI/AG.ISTOÉ

Oscar Schmidt ainda não se conformou. Na sexta-feira 18, a seleção masculina de basquete perdeu para a Alemanha nas quartas de final do Pré- Olímpico. Como resultado, o time brasileiro não irá a Pequim. "Eu lamento o desempenho da seleção. Mas ainda assim, vou a Pequim como comentarista dos jogos de basquete feminino e também estou disponível para outras modalidades", disse.

"Estou emocionado porque tenho convicção de que será um dos eventos mais marcantes da história"

Com 32 anos de quadras, é a primeira vez que o "Mão Santa" comenta uma Olimpíada. Sua experiência nos bastidores do basquete começou nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro. "Estou emocionado porque tenho convicção de que este evento será um dos mais marcantes na história. A China está explodindo economicamente e os estádios modernos que veremos são reflexo disso."

Oscar embarca rumo ao outro lado do mundo em 1º de agosto, acompanhado pela mulher Cristina e pela filha Stephanie, de 17 anos. "Para mim, é inevitável não comparar essa experiência com a minha estréia nas Olimpíadas em 1980, em Moscou. Naquela época, a União Soviética era um lugar diferente. Não havia lanchonetes, não havia crianças nas ruas e a Coca-Cola havia acabado de chegar."

Se a emoção da viagem é a mesma, a sensação ao observar as quadras é oposta, quase melancólica. Oscar sente saudade de sua época no esporte. "Particularmente, acho o basquete de hoje um jogo um pouco 'feio' de se assistir. Antes as partidas eram mais emocionantes, velozes e com muitos dribles", comenta, relembrando a época em que ele, o "Mão Santa", brilhava nas quadras de todo o mundo. Certamente, Oscar não é o único que sente falta desses bons tempos.


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