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Esporte
O salto da vez
Dona da segunda maior marca na modalidade de salto com vara do mundo este ano, Fabiana Murer é uma das grandes apostas de medalha em Pequim

TEXTO GABRIEL DEBIA

BRUNO MIANI/DIVULGAÇÃO
A atleta mal pode esperar para desembarcar em Pequim, onde pretende aproveitar para visitar pontos turísticos

Em sua primeira Olimpíada, ela já é considerada como uma das prováveis atletas brasileiras a faturar uma medalha. O que para uns poderia ser motivo de pressão psicológica, para a campinense Fabiana Murer, de 27 anos, é apenas um elogio e tanto. Não é para menos. A atleta deu literalmente um salto em sua carreira em 2007 nos Jogos Pan-Americanos no Rio, ao faturar o ouro nas provas de salto com vara. No final de junho, ela se superou ao bater o recorde sul-americano da modalidade: 4,80m, a segunda melhor marca do mundo este ano - o recorde de 4,90m é da americana Jennifer Stuczynski. "Nunca imaginei que atingiria um nível tão alto", confessa, sem esconder a alegria.

Fabiana começou na ginástica artística, mas logo percebeu que a modalidade não era seu forte. Foi quando tentou o atletismo e chamou a atenção do técnico Elson Miranda, seu mentor há 11 anos. "Já passamos por muitas coisas boas e ruins juntos", relembra. "Em 2005, fiz somente metade de um salto e acabei caindo de mau jeito entre o colchão e o poste. Rompi todos os ligamentos do tornozelo", conta. Para sorte dos torcedores, a recuperação foi tranqüila o suficiente para Fabiana continuar seu trajeto rumo às vitórias e aos recordes.

Turista em Pequim
Empolgada, Fabiana mal pode esperar para desembarcar na China, um país completamente diferente dos que já visitou, como Bélgica, Mônaco e Finlândia, só para citar alguns. "Além do fato de ser minha estréia, estou empolgada pelo fato de uma cultura milenar contrastar com os estádios modernos, tecnológicos. Será uma Olimpíada surreal." Curiosa, ela até tentou aprender algumas palavras em mandarim, sem sucesso. "Fiz poucas aulas porque achei tudo muito complexo, decorei algumas palavras, mas acabei esquecendo rapidamente", diverte-se. Mesmo sem dominar o idioma, ela adianta que não perderá a oportunidade de conhecer algumas das maravilhas arquitetônicas chinesas. "Terei um tempo até o início das competições, que usarei para conhecer a Muralha da China e, se tiver coragem, experimentar algumas iguarias locais", adianta.


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