- Anuncie
- Assine

 
 
 
Reportagens // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Turismo
Beleza mística
A jornalista Sônia Bridi conta suas descobertas e pontos preferidos na China,onde trabalhou durante dois anos como correspondente da Rede Globo

TEXTO ANA CAROLINA SOARES

Cada turista tem seu momento de imperador no Templo do Céu, em Pequim, capital chinesa. E, mesmo a trabalho, a jornalista Sônia Bridi não poderia abrir mão de passar pela experiência. Ela subiu na pedra mais elevada no centro de uma escadaria da construção e, como os todo-poderosos, fez seus pedidos aos céus. O lugar, um complexo de templos taoístas no parque Tiantan Gongyuan, é um dos preferidos dela na China, onde morou entre 2005 e 2006, trabalhando como correspondente para a Rede Globo.

Sônia se confraterniza com moradoras de Lijiang. "As casas são de madeira e pedra. Têm lanternas vermelhas, pátios internos com jardins bem cuidados e pequenos aquários de carpas coloridas."

Sônia recorreu ao templo para apoiá-la no trabalho - foi o ponto que ela escolheu para fazer sua entrada ao vivo na festa de 40 anos da emissora - e também buscou energias para amenizar o choque cultural. "Alugar apartamento, tirar carteira de motorista e, principalmente, descobrir onde comprar roupas para o meu tamanho foram acontecimentos do cotidiano que se transformam em grandes aventuras", diz a jornalista.

Sônia foi enviada para o outro lado do mundo com o marido, Paulo Zero, que trabalha na mesma emissora, e os filhos Mariana e Pedro, na época, com 16 e 3 anos. Em julho, o casal lança no Brasil o livro Laowai (estrangeiro, em chinês) pela editora Letras Brasileiras, em que conta como superaram o choque cultural. Atualmente, eles são correspondentes da Globo em Paris. Mas já se preparam para voltar à China para a Olimpíada. A seguir, Sônia fala sobre Guilin, no sudoeste do país, e Lijiang, perto do Himalaia.

Fotos: DIVULGAÇÃO
A paisagem da cidade de Lijiang, palavra que significa "rio bonito"

Lijiang: Eterna primavera

"Lijiang significa rio bonito. Um rio de água clara, transparente, usado com abençoada sabedoria. Não há um papel, um pedacinho de plástico, nem uma sujeira sequer nos vários quilômetros de rio que cortam esta cidade histórica. No fundo da água avistam-se algas e peixinhos. A água é muito gelada, mesmo agora no verão, e os restaurantes poupam energia botando a cerveja para gelar no riacho, os engradados são pendurados por uma corda para não serem levados pela correnteza."

Guilin: Paraíso ameaçado

"Há uma neblina no ar matinal, mas ela não vai sumir com o sol - é a poluição que cobre boa parte do território chinês, e com sua chuva ácida ameaça este paraíso oriental. As árvores que crescem entre as pedras estão morrendo, e os desmoronamentos são cada vez mais freqüentes. Mas não paramos para pensar nisso."


Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS