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" Há quanto tempo guria!"
Em entrevista ao criador da Spfw, Gisele Bündchen diz que gostaria de ser lembrada por sua força de vontade, conta que mantém o sonho de criar os filhos no campo e, dentro de 10 anos, quer viver feliz "no meio do mato"

POR PAULO BORGES
Ensaio de ANDRÉ SCHILIRÓ


Com Paulo Borges, minutos antes de sua reestréia na SPFW, na fila para entrar na passarela da Colcci no domingo 22

"Não me considero um mito. Me imagino como uma boa profissional"

No gelado domingo 22, eram 16 horas quando fui pontualmente recebido, numa suíte especial do Hotel Emiliano, em São Paulo, pelo largo sorriso de sempre. "Há quanto tempo, guria!", eu disse, imitando o seu sotaque. Gisele Bündchen soltou a gargalhada que conheço desde os seus 14 anos, quando estreou na São Paulo Fashion Week. Não nos víamos há dois anos. Quatro anos atrás foi a última vez em ela que desfilou na SPFW. "É bom voltar. Foi onde tudo começou", disse Gi, que vestia calça e blusa bege. Sentados no sofá, achei seu sotaque gaúcho mais forte do que nunca e senti nela uma mulher muito feliz e em paz. Naquele mesmo dia, à noite, Gisele incendiou a 25ª São Paulo Fashion Week ao pisar no prédio da Bienal. Nas duas entradas que fez no desfile da Colcci, mais uma vez arrebatou a platéia.

E aí, com saudade de desfilar pela SPFW?
Com certeza, né, voltar pra onde tudo começou? Claro!!

Quais as diferenças de desfilar no Brasil ou Exterior hoje?
Desfilo pouco no Exterior, só desfiles especiais, o John (Galiano) fez o desfile de 10 anos da Dior e me chamou. Aqui faço a Colcci, mas hoje, desfilo raramente.

Do que se lembra de ter vivido nos desfiles da SPFW?
Olha, um desfile é tão rápido, tem muita coisa acontecendo. Você não percebe, quando acaba, você fala: "Uau, o que acabou de acontecer?" Entro em outro nível, para conseguir é muita energia positiva. Pra você lidar com isso, não tremer de medo. Fico meio em transe! Lá no início, eram muitos desfiles, e tipo assim, tu vai de um para o outro, aquela loucura, acabou o dia, parece um tornado, um vulcão ou um furacão passou, e você fala: "Oops, o que aconteceu?" A lembrança é a adrenalina.

Tenho uma lembrança: na segunda edição a gente estava preparando o desfile da Zoomp - um que tinha gatinhos - e a gente falou: "É ela! Ela (Gisele) tem que ser a Alice!
Esse foi... Coitadinho do gatinho, aquela música alta, bum bum bum, foi lindo, mas eu fiquei o tempo inteiro pensando, coitado do gatinho, se ele pular na platéia, o que é que eu faço? (risos)

O que sentiu ao saber que uma foto sua foi leiloada e arrematada como obra de arte?
Acho que alguém deve gostar muito de mim! (risos)

Qual o preço que a Gisele paga por ser um mito mundial?
Tenho a sorte de ter uma família maravilhosa que me deixa com o pé no chão. Tento preservar a minha vida e, como boa canceriana, o mais importante pra mim é a família, minha casa! Defendo isso com unhas e dentes, ainda mais nesse meio... Hoje não é a mesma coisa de quando comecei, a mídia e o mundo mudaram! Mas não me considero um mito. Me imagino como uma boa profissional.

Você se distancia dessa imagem que criam sobre você?
Essa é a imagem que as pessoas querem, mas eu sou a Gi, irmã da Paty, filha da Vânia e do Waldir!

Gisele deixa apressada o seu camarim minutos antes do desfile
Na fila do backstage, vestida com o segundo look

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