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ROCK
Momofuku
Elvis Costello acerta ao recorrer à simplicidade do rock'n'roll

Elvis Costello lança disco gravado com sua banda, The Imposters

ELVIS COSTELLO já transitou pelo pop (em antológico álbum dividido em 1998 com Burt Bacharach) pelo jazz e pelo erudito. Em Momofuku, o artista volta ao velho e bom rock'n'roll. Gravado com seu trio, The Imposters, o álbum é azeitado e remete no inusitado título a Ando Momofuku, inventor do Cup Noodle, o macarrão de preparação instantânea. Metaforicamente, Costello dá a pista de que o álbum foi feito com simplicidade e rapidez. Não há conceitos, não há firulas. Há apenas uma sucessão de músicas cantadas e tocadas com energia juvenil. Exemplo é "Turpentine", faixa que soa como gravação de uma banda de garagem.

Momofuku não é dos álbuns mais arrebatadores de Costello, mas tem repertório de bom nível que adquire caráter autobiográfico em "My Three Sons", tema em que Costello disserta sobre seus três filhos. Em "American Gangster Time", a influência parece vir de Bob Dylan, que teve alguns de seus shows recentes abertos por Costello. Outro bom momento, "Stella Hurt" foi turbinada com distorções. A faixa abre o lado dois. Sim, Momofuku foi concebido para ser editado em vinil, disponível somente no exterior. Mas sua edição em CD - inicialmente descartada pelo artista - preserva na divisão do repertório a estrutura original de LP. (M.F.)


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