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NOVELA
A Favorita
Folhetim das oito da Globo derrapa na audiência, mas tem histórias que instigam a curiosidade e bons personagens

Aina Pinto

Patrícia Pillar (à frente) e Cláudia Raia (ao fundo) imprimem ambigüidade a Flora e Donatella

O PRIMEIRO capítulo de A Favorita, atual novela das oito da Globo, apostou em uma seqüência com alta dose de emoção. No caso, a saída de Flora (Patrícia Pillar) da prisão. Assim, deixou claro o que pretende: mostrar bons personagens e boas histórias.

Escrito por João Emanuel Carneiro, o novo folhetim não foi bem de audiência, com 35 pontos de média. Na trama, Flora e Donatella (Cláudia Raia) contam versões diferentes de um mesmo crime. Flora passou anos presa e sua filha foi criada por Donatella, que a quer longe da menina. Lembra Dancin' Days, e essa não é a única referência a Gilberto Braga. É clara a influência dele e de Silvio de Abreu no trabalho de João Emanuel, o que não é demérito, porque não há mal em reverenciar os dois melhores autores da atualidade.

Patrícia Pillar e Cláudia Raia merecem crédito. Graças a elas, é possível ter dúvida sobre quem é a assassina. Afinal, o público está habituado a torcer pelos mais fracos. Seria óbvia a inocência de Flora, que é pobre e já foi presa, enquanto Donatella é uma perua rica. As atrizes, no entanto, imprimiram a ambigüidade necessária a suas personagens.

A Favorita não é inovadora, mas faz bem o que se propõe a fazer: instigar a curiosidade sobre a história.


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