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Adriane Galisteu solteira: ''Conquistei uma liberdade que me atrai profundamente''
A apresentadora lançará um livro sobre o comportamento das mulheres na faixa dos 30 anos e conta como ela mesma supera questões como namoros neuróticos, cobranças para se casar e ter filhos

TEXTO ANA CAROLINA SOARES
Fotografada por ANDRÉ SCHILIRÓ


A Carrie brasileira ainda não encontrou seu Mr. Big. Ao contrário da protagonista do seriado Sex and the City, Adriane Galisteu deverá passar um momento raro em seus 35 anos de idade: comemorar com amigos - e solteira - um dia dos namorados. "Pela primeira vez na vida, não emendei uma relação na outra", ela diz, referindo-se ao hiato de não aparecer sequer com um pretendente desde que terminou o namoro com o deputado Fábio Faria em março. "Vivo um dos meus melhores momentos. Aprendi que às vezes é melhor ficar sozinha do que beijar o cara errado", completa a apresentadora que, como a personagem de Sarah Jessica Parker, escreveu um livro sobre as mulheres de 30. "Vou lançar neste ano e é uma parceria com Luiz Cuschnir (psicólogo e psiquiatra). Fiz terapia durante quatro anos. Não é uma autobiografia, mas o resultado de um olhar sob a minha geração", diz.

Mas Adriane não se limita a Carrie. Soa como a fogosa Samantha ao dizer "sou sexual". Dá declarações românticas como Charlotte: "Ao ter filhos quero que, no mínimo, seja com amor." E racional como Miranda: "Prefiro ficar sozinha ou com meus amigos a sair por aí caçando namorado só para beijar na boca."

"Enfrento meus medos. Meu maior é o da vida.''

Dentro de si, ela também guarda uma outra personagem, uma Pollyanna, sim, a protagonista daquele best seller brega de Eleanor H. Porter, mas que todo o mundo leu. No seu "jogo do contente", transformou sua trajetória cheia de perdas (do pai, do irmão e de um namorado, o ídolo Ayrton Senna) num samba-canção, superando tantas adversidades que inspirariam blues e mais blues em Amy Winehouse. "Ralei e ralo pra caramba", diz. Quando ela conta seus percalços na vida, a imagem que vem à cabeça do interlocutor é a de uma banhista que, ao se deparar com uma onda gigante, vai de encontro para não se afogar. "Enfrento meus medos. Meu maior é o da vida."

Reduntante afirmar que a coragem mais do que a salvou, também adoçou sua vida. "Sabe o que é não ter dinheiro para comprar um pastel? Eu sei. E agora, que eu posso, vou ter vergonha de andar em carro bom? Não sou perdulária, mas compro o que quero." Quando fala do desejo de constituir uma família e do zelo com a mãe - seu único parente vivo - ela conta que gosta de colecionar amigos e são tantos que seu lar mais parece o de uma mamma italiana. "A porta da minha casa vive aberta." Sozinha, mas acompanhada; consumista não-perdulária; em busca de um amor, mas feliz solteira. Contraditório? "Pode ser, mas não me deixo mais levar por verdades absolutas." A seguir, as verdades de Adriane Galisteu:

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