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Cinema
O retorno de Carrie
Em entrevista à Gente, Sarah Jessica Parker diz que a versão para a telona de Sex and The City está cheia de obscenidades e fala da freqüente associação com a personagem da série

TEXTO ELAINE GUERINI, DE LAS VEGAS

GETTY IMAGE
Sarah Jessica Parker: “Minha regra é simples: eu experimento tudo, sem me importar se a roupa parece ridícula ou burlesca demais”

Sarah Jessica Parker entra toda sorridente no salão do Paris Hotel, de Las Vegas. E não é para menos. Há quatro anos ela lutava para reunir as personagens da série Sex and the City na tela grande, o que só acontece agora (no Brasil, a estréia será no dia 6 de junho, veja resenha na página 81) – depois de muitos desentendimentos, contratempos e adiamentos. “A melhor parte foi pisar no set no primeiro dia de filmagem e reencontrar todo mundo’’, conta a atriz, que embolsou cerca de US$ 15 milhões para reprisar o papel da colunista sexy e obcecada por moda Carrie Bradshaw.

Como foi transpor uma série que discute tantas neuroses da mulher moderna às telas?
O que nós tentamos fazer foi um filme para adultos. Há uma seriedade na hora de tratar dos temas abordados no roteiro, que está muito calcado na vida real, sempre cheia de decepções, de muita cumplicidade e da necessidade de termos amigos por perto para nos ajudar a enfrentar tudo o que acontece. Na comparação com a série, como elas estão mais amadurecidas agora, há menos frivolidade. Mas não faltam obscenidades… (risos).

Até que ponto o filme recapitula o que aconteceu na série, só para atualizar a platéia que não assistia ao programa?
Decidimos que não daria para gastar muito tempo recapitulando as seis temporadas. Até porque ninguém quer sentar numa sala de cinema, em que o tempo para contar uma história é limitado, para lembrar o que já aconteceu. Felizmente o roteiro foi construído de tal forma que mesmo as pessoas que não conhecem a série conseguem embarcar na vida dessas quatro mulheres.

Como trabalhou com a figurinista Patricia Field no guarda-roupa de Carrie?
Minha regra é simples: eu experimento tudo, sem me importar se a roupa parece ridícula ou burlesca demais. Às vezes, a peça mais absurda funciona, nos ajudando a contar melhor a história. E honestamente o que se passa nos provadores de roupa é uma das melhores coisas de toda essa experiência. É uma loucura (risos).

Como Carrie, você projeta uma imagem glamourosa...
Gosto de moda, não nego. Mas não acordo maravilhosa todas as manhãs. Qualquer mulher fica glamourosa depois de uma bela produção. O segredo está no meu cabeleireiro, meu maquiador e minha figurinista.

Você inclui peças da sua grife no filme?
Minha marca (Bitten) não entrou porque, como bem lembrou um dos produtores do filme (ao todo são nove, incluindo a atriz), Sarah Jessica Parker não existe no mundo de Carrie Bradshaw.

Você se preocupa em ter a imagem para sempre associada a Carrie, que por vezes é considerada superficial, por sua obsessão fashion?
Não. Talvez as pessoas me confundam com ela às vezes, o que é natural levando em conta o tempo que passei interpretando a personagem. Reconheço que o relacionamento de Carrie com a moda é parte de quem ela é. Mas não é só isso. Se fosse apenas isso, a série não teria ido tão longe. Há muito mais substância em Carrie do que se supõe à primeira vista.

FATOS SOBRE SEX AND THE CITY
O filme estreou no último fim de semana nos Estados Unidos fazendo US$ 55 milhões de bilheteria. É a maior abertura de uma comédia romântica na história nos EUA.

No total, foram mais de 1.000 figurinos usados no filme. As quatro protagonistas juntas totalizam 300 trocas de roupa.

A figurinista Patricia Field selecionou mais de 80 visuais para Sarah Jessica Parker. São roupas, acessórios, sapatos e jóias que valem milhões de dólares.

A joalheria brasileira H. Stern emprestou mais de 300 peças para o filme.

 


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