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O legado de Tom Jobim
(M.F.)

Foi preciso a bossa nova completar 50 anos para a discografia de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) receber tratamento digno da indústria fonográfica nacional. Até então vítima de descaso e encontrada só em reedições descuidadas, a obra de Tom volta em formato luxuoso. A Universal Music embala cinco álbuns originais e três coletâneas inéditas na caixa Brasileiro e repõe em catálogo outros sete álbuns. Já a Warner Music reedita Urubu (1976) e Terra Brasilis (1980):

THE COMPOSER OF DESAFINADO PLAYS (1963) – A bossa nova explodiu em 1958, mas Jobim teve que esperar cinco anos para gravar – nos EUA! – um álbum com os clássicos do gênero. Inclui os registros originais de “Garota de Ipanema”, “Corcovado”, “Chega de Saudade”, “Desafinado” e outras jóias de igual quilate.

WAVE (1967) – Mais um disco da fase americana de Jobim. Foi gravado com arranjos orquestrados pelo maestro Claus Ogerman e intervenção de músicos de jazz como o baixista Ron Carter. Só a faixa-título ganhou fama mundial.

TIDE (1970) – Jobim bisou a parceria com o produtor Creed Taylor em mais um disco feito nos EUA. Mas, em vez de Claus Ogerman, o brasileiro Eumir Deodato pilotou as orquestrações. A reedição traz “Carinhoso” e takes alternativos do “Tema Jazz”.

MATITA PERÊ (1973) – Já de volta ao Brasil, Jobim gravou este álbum em que explicita seu amor pela ecologia. A faixa-título é tributo ao pássaro homônimo. Já além do universo da bossa nova, Tom evoca também a influência de Villa-Lobos (1887–1959).

PASSARIM (1987) – Este disco ilustra a sonoridade desenvolvida por Jobim a partir dos anos 80, quando passou a gravar e a fazer shows com a Banda Nova. Traz sua versão para “Anos Dourados”, lançada no ano anterior na abertura da série homônima da Rede Globo.


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