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Esporte
O lado b da olimpíada
Correndo por fora dos jogos olímpicos,o aventureiro Rodrigo Fiúza passará por pequim de motocicleta

TEXTO GABRIEL DEBIA

MURILLO CONSTANTINO/ AG.ISTOÉ
O mineiro Rodrigo Fiúza quer percorrer 21 países em três meses

Já imaginou bater um recorde mundial e nem sequer ganhar uma medalha por isso? Enquanto o Brasil e o mundo está de olho na Olimpíada, o mineiro Rodrigo Fiúza, de 33 anos, está prestes a entrar para a história dos esportes fora da competição. Pilotando uma moto de 250cc, ele pretende dar a mais rápida volta ao mundo sobre duas rodas: quer percorrer 21 países em três meses. O aventureiro começa por Portugal, para onde embarcará no domingo 1º, e passará por mais cinco países europeus até chegar à Ásia. Mesmo sem competir nos Jogos Olímpicos, Pequim não ficará de fora do trajeto. Ele planeja estar na cidade quatro dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos. Além da realização pessoal, outro combustível embalará os 450 km diários que serão percorridos diariamente por Fiúza. Conhecido como "O Aventureiro da Paz", o motoclista carregará consigo uma mensagem de paz escrita pelo presidente Lula, traduzida em várias línguas, e que será distribuída para civis, militares e órgãos governamentais mundo afora. "Em uma época em que a violência impera, qualquer iniciativa que propague paz é válida, seja com uma bandeira ou uma simples mensagem", explicou Fiúza.

Qual a sensação de tentar um recorde mundial, passando até por Pequim, e não ganhar uma medalha por isso?
Minha medalha é o conhecimento que adquiro ao longo da jornada e a mensagem de paz e perseverança que tento ao máximo passar para as pessoas.

Quais são as maiores dificuldades para viajar o mundo em três meses?
Ter preparo físico para percorrer 450 km diários e, principalmente, preparo psicológico para enfrentar a solidão, a fadiga e as mudanças climáticas das regiões.

Tomar banho é complicado?
Nessas viagens, banho é luxo. Já fiquei mais de cinco dias focando a estrada, parando somente para descansar.

Seu estômago é globalizado o bastante para digerir comidas de países tão diferentes?
De forma alguma. Como comidas de alguns países mais próximos de nossa cultura, como os da Europa. Fora isso, levo suprimentos em forma de pastilhas e comprimidos.


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