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| Avessa à exótica culinária da China, a jogadora de vôlei de praia pretende abastecer a mala com guloseimas brasileiras |
Virna participará pela quarta vez dos Jogos Olímpicos. Depois de conquistar duas medalhas de bronze, em Atlanta e Sydney, e ficar no quarto lugar em Atenas, ela larga a bola e assume a nova função: será comentarista em Pequim. A jogadora de vôlei de praia estreou na profissão ao lado do locutor Luciano do Valle, na Band, durante os Jogos Pan-Americanos de 2007. A esportista, que agora vê o vôlei sob nova perspectiva, conta que já esteve na China e não aprova a culinária exótica do país.
Qual foi o melhor momento nas Olimpíadas?
O bronze em Atlanta, em 1996, por ser estreante e estar jogando sem favoritismo.
E o pior?
Não levar nada em Atenas, pois tínhamos chance.
Como é estar do outro lado das quadras?
Adoro ser comentarista. Me empolgo, me sinto como se estivesse ali, jogando com as atletas.
Já havia ido à China?
Estive em Xangai, competindo.
Quais são suas expectativas para Pequim?
Essa será uma Olimpíada ímpar, pela cultura exótica e pela alta organização daquele país.
Falando em cultura exótica, tem algum prato típico preferido?
Nenhum. Lá existem coisas bizarras. Já fugi de cérebro de macaco, pratos com cobras. Dá para imaginar?
Não arriscaria comer inseto frito?
Nunca. Sou superortodoxa quando o assunto é comida. Gosto de massas, saladas.
Quais são suas apostas no vôlei?
Paula Pequeno, atacante do volêi feminino, que estréia com confiança, e o Emanuel, do vôlei de praia, pela experiência na competição.
Aprendeu alguma palavra em mandarim?
É uma língua complicada. Prefiro me virar com o inglês.
O que não pode faltar na mala?
A bandeira nacional. Além de miojo, Polenguinho, Toddynho, sardinha e o que mais couber. Não me arrisco a comer comida chinesa.