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Vinhos
Os rótulos do Chicleteiro
A importadora do cantor Bel Marques e de sua mulher, Ana, agora foca nos brancos e tintos europeus

Fotos: DIVULGAÇÃO
Bel Marques, do Chiclete com Banana, e Ana apresentam os novos vinhos de sua importadora

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Batizar um vinho como Chicleteiro soa estranho. Bem estranho. Mas este tinto de nome peculiar foi o principal cartão de visitas dos primeiros três anos da empresa Ana Import, a importadora de brancos e tintos do casal Ana e Bel Marques, ele o líder da banda baiana Chiclete com Banana. A qualidade do vinho, elaborado pelo enólogo Maurício Lorca, na Argentina, no entanto, abriu as portas do mercado de Baco para o casal baiano, que agora aproveita para anunciar o fim do projeto Chicleteiro, e a ampliação de seu portfólio com rótulos europeus, inclusive com seu primeiro champanhe.

"O vinho Chicleteiro nasceu para marcar o começo da Ana Import", resume Bel Marques. E as poucas garrafas que restam devem se tornar peças raras na adega de colecionadores. A interpretação do casal Marques é que este vinho cumpriu o seu papel de chamar a atenção para a importadora sediada na Bahia, e que planeja abrir filiais na Região Sudeste no ano que vem. O foco agora é a diversificação da linha. Das dez vinícolas iniciais, a maioria chilenas e argentinas, agora são 130 rótulos, garimpados mundo afora pelo especialista Juan Magliarella, e que só entram no catálogo da importadora depois do aval do casal carnavalesco.

Bel Marques tem uma maneira peculiar de escolher o que será importado: a confiança no seu gosto. Com simplicidade, ele admite o seu desconhecimento técnico neste mundo, mas confia no seu paladar. Ele prova os vinhos selecionados por Magliarella e dá o seu aval. Foi assim que ele chegou ao champanhe Mailly, elaborado apenas em vinhedos de denominação grand cru, no norte da França, no Brunello de Montalcino Silvio Nardi, ou nos borgonhas Mommessin, todos produtos recém-chegados ao catálogo. O caminho, garante o cantor, vem dando certo.

Suzana Barelli, diretora de redação da revista

ANA IMPORT - r. Euclydes da Cunha, 170, Salvador, BA, tel. (71) 3337-1111

Os brancos e tintos da MOMMESSIN, vinícola da Borgonha, que acabaram de chegar e têm preços entre R$ 88,70 e R$ 2.450
Recém-chegado ao catálogo, este BRUNELLO DE MONTALCINO custa R$ 289

A vedete dos novos rótulos é o champanhe MAILLY, por R$ 247

O Manachiara, um BRUNELLO especial, sai por R$ 430

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