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Quando descobriu que era engraçado?
MARCELO TAS: No dia em que conquistei uma namorada fazendo ela dar risada. É a forma mais eficiente, e também a mais difícil e arriscada, de se aproximar de uma mulher.

MARCO LUQUE: Ao nascer, o médico, em vez de dar umas palmadas, me fez cócegas!

OSCAR FILHO: Uns meses antes dos meus pais se divorciarem, estavam discutindo muito. Para parar a briga, coloquei todas as cuecas que eu tinha e fui para a frente deles, dei um berro e, quando eles olharam, comecei a baixar uma a uma. Eles começaram a rir. Eu tinha uns cinco ou seis anos.

Qual humorista é sua referência?

MT: Millôr Fernandes.

RAFINHA BASTOS: Meus colegas de Clube da Comédia Stand-up.

DANILO GENTILI: Há comediantes que cresci vendo: Jerry Lewis, Eddie Murphy. No Brasil, acho que o melhor que já existiu foi Ronald Golias.

RAFAEL CORTEZ: Jerry Seinfeld. Além do Leonardo Cortez, meu irmão.

OF: Pedro Cardoso me chama muito a atenção. Quando o vejo, já tenho uma predisposição ao riso.

FELIPE ANDREOLI: Louis Theroux na GNT, o repórter gonzo.

Política tem graça?

RB: Muita. Uma hora de TV Senado me provoca mais gargalhadas do que o melhor espetáculo de comédia da cidade.

ML: Não tem graça, pelo contrário, é muito triste. Uso o humor na política para facilitar a digestão dos escândalos. RC: Rio muito com Levy Fidelix, doutora Havanir e o Clodovil. Eu pagaria por um show de comédia stand-up deles.

Quantos ternos pretos você tem?

MT: Dois ternos, cortados pelo sensacional alfaiate sr. Pedrinho, da Rua Augusta (em São Paulo).

RB: A produção tem vários. Eu mesmo tenho um terno que comprei há oito anos. A manga está mais curta que lençol de mendigo.

ML: Tenho três ternos: um para guerra, outro para padrinho de casamento e um outro para apresentar o CQC, que, na verdade, não é meu (risos).

DG: Nenhum. Quem tem é a produção do CQC. Eles bordaram DG no meu terno para eu saber que é o meu. No começo, fiquei feliz, achei que era Dolce & Gabanna.

RC: Antes do CQC, eu tinha um terno preto, surrupiado do meu irmão. Ainda não devolvi. A produção do programa fica com os meus ternos. Eles devem ter uns três. E não emprestam.

OF: Nenhum. Ando meio duro. Ainda bem que a produção do CQC arrumou tudo para a gente.

O que você faz, custe o que custar?

MT: Perguntas.

RB: Faço as colocações mais absurdas nos momentos mais impróprios.

RC: Sou cara-de-pau. E não deixo de tocar meu violão.

OF: Tento ser feliz e me divertir!

FA: Praticar algum esporte uma vez por semana: jogar bola ou tênis. (Aina Pinto)


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