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Um peixe chamado Nicão
O nadador paulista Nicholas dos santos dobra as horas de treino para alcançar em Pequim a marca dos 21s, na categoria 50m

Na piscina do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, Nicholas treina pesado para sua primeira Olimpíada

Ele sempre foi o aluno mais alto da sala de aula, do time de vôlei e de basquete, além de destacar- se, inicialmente pela altura, também na natação. "Logo ganhei um apelido. Alguns me chamam de Nicão até hoje", conta o nadador Nicholas do Santos. Aos 28 anos, 1,91m de altura, o atleta iniciou a carreira na piscina como uma brincadeira. Natural da cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Nicholas teve grande influência do pai na escolha do esporte. "Meu pai tem uma escola de mergulho e, como sempre gostei de água, comecei cedo", diz. A escolha profissional veio mesmo na adolescência. "A paixão pela natação permaneceu e fui muito incentivado pelos técnicos. Diziam que eu tinha talento", diz, modestamente. Entre as grandes conquistas na categoria 50m, estão as medalhas de ouro e prata dos Jogos Pan-americanos de 2007. "Treino pesado para disputar minha primeira Olimpíada", ressalta, referindo-se às seis horas de treinos diários, acompanhados de musculação, além de exercícios biométricos. "Meu melhor tempo em competição foi 22s12, mas pretendo fazer 21s em Pequim." O desafio foi lançado.

Até quando nadou com bóia?
Não me lembro. Mas era bem corajoso, adorava me jogar na piscina ainda criança.

Já se afogou?
Quase. Uma vez, aos 7 anos, quando eu estava nadando no mar com meu irmão. Nos empolgamos e fomos nadando, cada vez mais longe da areia. Foi um sufoco para voltar.

Alguma garota já fingiu se afogar para ganhar sua atenção?
Nunca aconteceu. Uma vez salvei uma senhora na piscina.

Já deu um beijo embaixo d'água?
Já aconteceu, claro. Rolou com a minha atual namorada.

Tem um ritual antes da competição?
Sou muito desencanado, não acredito em nada.

Acham estranho o fato de você depilar o corpo?
Uma vez na faculdade, um amigo esbarrou em mim e disse que eu estava espetando. Expliquei que, pelo fato de eu ser nadador, eu me depilava. Foi a maior zoeira. Alguns tiram sarro.

Quando nadou contra a corrente?
Acredito que quando eu deixei minha cidade para morar sozinho no Rio de Janeiro, em função da carreira. Eu tinha 20 anos, pela primeira vez estava me virando sozinho, pagando contas.

Se não fosse nadador seria...
Acho que iria dar aula, não sei. Sempre no caminho da fisioterapia.


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