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Dance
Hard Candy
Madonna recorre às batidas de requisitados produtores para reconquistar os Estados Unidos

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Madonna, prestes a completar 50 anos, apresenta faixas eletrizantes em novo CD

AO ALFINETAR a cultura dos Estados Unidos no morno álbum American Life (2003), Madonna foi vítima de guerra fria e teve seu disco praticamente ignorado pelas rádios do País. Em 2005, a artista se refugiou na cena eletrônica inglesa e fez, sob a batuta do produtor Stuart Price, belo álbum dance que dialogava com a disco music. Confessions on a Dance Floor a trouxe de volta à forma, mas não resolveu a questão com os EUA. É por isso que no trabalho que lança em 28 de abril, Hard Candy, Madonna recorre aos produtores Timbaland e The Neptunes, grifes do mercado americano.

As vibrantes batidas e camadas de som criadas pelos produtores dão o tom dançante do CD sem cair na vala comum do rap e do r&b padronizado que esteriliza nove entre dez cantoras norteamericanas. Prestes a completar 50 anos, em agosto, Madonna sabe que ela própria é uma grife, não se deixa anular pelos produtores e tampouco se distancia do pop dance que fazia nos anos 80. Hard Candy oferece doces saborosos para rádios e pistas como “Give It 2 me”, “Heartbeat” e “She’s Not me”, as melhores faixas. A primeira metade do álbum é eletrizante. A segunda, mais irregular, abre espaço para o rap de Kanye West em “Beat Goes on” e até para tema mais sombrio, “Devil Wouldn’t Recognize You”, em que brilham os vocais de Justin Timberlake, presentes em quatro faixas. Ruim mesmo é a exploração dos clichês do flamenco em “Spanish Lessons”. No todo, Madonna ainda é Madonna. Mauro Ferreira


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