Celebridade • Home• Revista 24/3/2008
Tônia Carrero
por Gabriela Pestana

RENATO VELASCO Depois de ficar 18 anos longe da telona, Tônia Carrero, 85 anos, volta a desfilar seu talento no filme Chega de Saudade, de Laís Bodanzky. Formada em dramaturgia na França - onde morou com o marido Arthur Thiré na década de 40 -, a atriz deu início à sua carreira profissional no filme Querida Suzana, de 1947. Com formas estonteantes e pele de porcelana, rapidamente tornou-se musa da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Numa época em que os filmes ainda eram rodados em preto e branco, Tônia era a própria tradução do glamour em longas como É Proibido Beijar, de Ugo Lombardi, de 1954. Mas o sucesso da atriz não se limitou ao cinema. Nos anos 50, fundou, com seu segundo marido, o italiano Adolfo Celi, e o amigo Paulo Autran, a Companhia Celi-Autran-Carrero. Quando a agenda permitia, também fazia memoráveis participações na televisão, como em Sassaricando, de 1988.

AG. ISTOÉ
Em 1954, Tônia Carrero desfilava sua beleza no filme É Proibido Beijar, de Ugo Lombardi