Televisão • Home• Revista 26/11/2007
NOVELA
Luz do Sol
Aina Pinto

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A estreante Luma Costa (à esq.) foi destaque em Luz do Sol

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O SEQÜESTRO de Drica (Luma Costa), quando tinha 5 anos, deu início a todos os conflitos de Luz do Sol: a crise no casamento dos pais verdadeiros da menina, a possibilidade de outros familiares estarem envolvidos com o crime, o relacionamento dela com o casal que a encontrou e a criou. No fim, um novo seqüestro da mesma personagem pôs fim aos problemas. A novela da Record, escrita por Ana Maria Moretzsohn e dirigida por Ivan Zettel, terminou no dia 19 recorrendo à idéia do ciclo, em que tudo volta ao ponto inicial para se resolver. Um recurso surrado, mas que ainda funciona.

Drica, a protagonista, foi levada pela vilã Lorena (Karine Carvalho), que queria se vingar do pai da menina pela morte de sua família. Leonardo (Guga Coelho), o desajustado, a salvou e se redimiu.

Embora a história não tenha sido ruim, um dos problemas foi o horário em que foi ao ar: às 21h. A produção estava mais para a faixa das 18h, de tão ingênua. Mas este não foi o único defeito. Se a trama principal tinha o seu charme, o mesmo não se pode dizer das paralelas, cheias de crianças espertinhas e adolescentes bobalhões.

O elenco também não ajudou. Os atores mais experientes tinham saído havia pouco de novelas anteriores e os jovens estavam completamente despreparados, caso de Thiago Gagliasso como Bernardo. A exceção entre os garotos foi a estreante Luma Costa, que segurou a onda no papel principal.

Elenco jovem e despreparado e tramas paralelas desinteressantes foram alguns dos problemas do folhetim