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TUFI DUEK

25/06/2001

“Detesto roupa nova”
Dono da Fórum e da Triton, o estilista não compra
roupas há um ano, sofreu preconceito por ser judeu
e diz que não há criadores de moda no Brasil

Marianne Piemonte

Edu Lopes

No início da noite de domingo 17, depois de 12 horas de trabalho em pleno feriadão de Corpus Christis, o estilista Tufi Duek exibia o sorriso maroto e o tom de voz tranqüilo de quem termina um dia de trabalho.

Dono das marcas Fórum e Triton, o carioca de Nilópolis, que se mudou aos seis anos para São Paulo, aprendeu a costurar sozinho e desde os 13 anos faz as próprias roupas. Aos 20 anos, vendeu um Chevete 74 para começar o negócio. Hoje, mantém 76 lojas Fórum, 37 Triton, 650 pontos de venda em todo o País e 125 no exterior. E pensar que o pai de Tufi, um comerciante de tecidos, ficou desapontado quando ele abandonou o segundo colegial para se arriscar na moda.

Há três anos solteiro, depois de um casamento de 20 anos com a também estilista Nídia Duek, Tufi é vaidoso e cobiçado pelas mulheres. Por dever de ofício, vive rodeado pelas maiores beldades do País. Mesmo assim, arranja tempo para ser paizão. Faz questão de saber onde vão e o que fazem as filhas Karina, 22, e Sharon,19. Aos 46 anos, seus desfiles são os mais disputados da semana de moda brasileira, a São Paulo Fashion Week, que começa na quarta-feira 27. Para essa edição, o sigilo é total, mas ele deixa escapar que pode-se esperar saias curtas. "Adoro mulher de perna de fora”, diz. Se a top Gisele Bündchen será a estrela de sua coleção, não se sabe. Tufi deixa o mistério no ar: “Adoraria tê-la desfilando para mim.”

A São Paulo Fashion Week entrará no calendário da moda mundial?
Acho difícil porque estamos em outro eixo. Se é difícil para os Estados Unidos, imagine para a gente. O Brasil esteve na moda em 2000, por causa do cinema, música e Gisele Bündchen. Passou e agora eles vão procurar outro lugar. Mas o calendário nacional foi importante para acabar com a imagem que quem faz moda é bandido, louco e drogado.

Há criadores de moda no Brasil?
Não. Meu talento é de estilista, tenho a sensibilidade de perceber algo e passar aquilo para a roupa, que é o meu instrumento. Outra coisa fez a Chanel, que criou um movimento de moda. Foi ela quem cortou a saia, fez o tailleur e inventou peças que hoje você não vê gente fazer no mundo. No Brasil, temos pessoas talentosas que criam estilo. Eu crio roupa, mas baseado em alguma coisa, num movimento cultural, numa música, mas não fui eu que tirei o corselet da mulher. Não acredito que tenho talento para um dia criar um movimento.

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