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DRAMA

25/06/2001

Bicho de Sete Cabeças
Rodrigo Santoro abandona o lado galã de novelas
em sua estréia na tela grande e se revela um ótimo
ator

 Veja o trailer do filme Bicho de Sete Cabeças
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Alessandro Giannini

Divulgação

Morgan Freeman dá show na pele do frio e brilhante Alex Cross, que é capaz de desvendar a mente dos criminosos

Tudo começou nos anos 70, quando o escritor paranaense Austregésilo Carrano, então apenas um adolescente, foi internado em um hospício para tratar da dependência de drogas. Seus pais haviam encontrado um cigarro de maconha em sua jaqueta. Foi o início de um inferno que incluiu terapia à base de eletrochoques, várias internações e muitas fugas. O relato está no livro Canto dos Malditos, que é a base do ótimo Bicho de Sete Cabeças, estréia de Laís Bodanzky na direção de longas-metragens de ficção. Filha do documentarista Jorge Bodansky, ela havia dirigido apenas o curta Cartão Vermelho e o documentário Cine Mambembe. O roteirista Luís Bolognesi, marido de Laís, atualizou a história e a transportou para um bairro de periferia paulistano. Não parece nem um pouco fora de época.

Carrano virou Neto, um adolescente típico. Fechado e introspectivo, o personagem ganhou interpretação surpreendente de Rodrigo Santoro. Com apenas um obscuro curta-metragem no currículo, ele pode ser considerado um estreante de mão cheia. Sua entrega em relação ao personagem e os prêmios de melhor ator conquistados em Brasília e Recife são provas suficientes.

Neto se relaciona mal com o pai (Othon Bastos), severo e intransigente, e a mãe (Cássia Kiss), angustiada e depressiva. Mas se abre com os amigos, com quem se diverte andando de skate, pichando muros e fumando maconha. Quando é descoberto e internado, sua vida muda. Muito além da direção e das interpretações, vale ressaltar a trilha sonora, em que se destaca a música de Arnaldo Antunes. É o bicho!

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