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Poucas
vezes no ano os trajes habillé saem em peso dos guarda-roupas.
No
Agulhas da Alta Moda Brasileira havia chance para brilhos,
bordados, drapeados e grifes. Muitas grifes. De
Suzana Alves, com seu drapeado, ao glamour quase básico de
Patrícia Poeta, tudo foi válido na noite black-tie do tradicional
evento da sociedade paulistana.
A
aposta feminina era inovar para não correr o risco de esbarrar
em alguém com “exatamente” o mesmo bom gosto. Até homenagear
o Dia dos Namorados estava valendo.
Foi
o que fez a socialite Kristhel Byancco. “Virou moda buscar
inspiração nos pecados capitais. Eu preferi homenagear o amor
e me vesti toda de vermelho”, conta ela, que deu um toque
pessoal ao modelo feito por Glória Coelho colocando em casa
algumas plumas.
Na
medida da discrição, porém, houve quem optasse por não revelar
a grife escolhida, ou ainda, se amparasse na segurança de
um pretinho básico.
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