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04/06/2001

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Cassia Dian

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Gabriel O Pensador voltou com a corda toda. Parece que a crise política nacional deixou “nosso filósofo” louco para espalhar sua indignação aos quatro cantos do País. Para tanto, lançou mão de dois caminhos, um para ser ouvido e, outro, lido. E não se trata do encarte do novo CD.

Gabriel acaba de lançar o seu primeiro livro, Diário Noturno (editora Objetiva, 166 págs., R$ 19,90). Uma reunião de seus textos não musicados. Inconformado com o descaso do governo e o conformismo do povo, o carioca passou a compor no início dos anos 90. “Tô Feliz, Matei o Presidente” virou hino da geração cara-pintada. Da música, saltou para poemas e crônicas. Ao contrário de suas canções políticas, a obra tem de tudo: reflexões sociais, amorosas, profissionais. Há até um Gabriel ainda menino já questionando o mundo em uma redação escolar.

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A continuidade de seu discurso está no quinto CD, Seja Você Mesmo (Mas Não Seja Sempre o Mesmo), o melhor da carreira. Para surpresa, Gabriel surge roqueiro e reacende a discussão da fusão de elementos do rap com guitarras. A explosão roqueira tem o dedo do produtor americano Itaal Shur, o mesmo produtor do premiado álbum Supernatural, de Carlos Santana. E Gabriel, um rapper não muito integrado às questões do hip hop, se deu melhor assim.

As duas primeiras faixas, “Se Liga Aí” e “Até Quando?”, beiram o hardcore, como fez Pavilhão 9 em seu último trabalho, e são as melhores do CD. O discurso de Gabriel lembra os últimos acontecimentos políticos do País. “Até quando você vai ficar sem fazer nada?”, indaga o Pensador. Na faixa “Pega Ladrão”, manda seu recado ao cidadão (“Ou cê vota em qualquer um, seu babaca?”) e teatraliza um diálogo sobre a crise do Senado.

Para acalmar os ânimos e não causar suicídio coletivo, Gabriel aponta algumas saídas nas faixas “Sem Parar” e “Mário”. E, por fim, brinda os fãs com um rap romântico, “Sei Lá”.

Leia também:
Ping-pong: Gabriel O Pensador

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