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28/05/2001

ESPORTE

MARCELO NEGRÃO
Partida interrompida
No primeiro jogo da sua volta à seleção, o craque do vôlei sofre lesão igual à de Ronaldinho e, agora, planeja um filho nos meses de recuperação

Cesar Guerrero e Luís Edmundo Araújo

Fotos: Beto Tchernobilsky
O jogador no Hospital Albert Einstein na terça-feira 15, com a mulher: “Eu e a Ísis já estávamos planejando um filho para 2002”, diz ele

O retorno de Marcelo Negrão à seleção brasileira, na sexta-feira 11, depois de um ano e meio fora do time, não poderia ser mais rápido e dramático. Em seu primeiro jogo após a volta, ele entrou em quadra no segundo set da partida contra a Holanda na cidade de Groningen, a nordeste da capital Amsterdã. Mas no primeiro salto a perna direita cedeu ao peso do jogador e ele foi ao chão com intensa dor no joelho. “Eu olhei para minha perna e percebi que o joelho estava estourado”, diz o atacante. Marcelo sofreu ruptura do tendão patelar, a mesma contusão que tirou Ronaldinho dos campos de futebol.

O atacante de 29 anos embarcou para São Paulo na manhã de sábado. Foi necessário providenciar uma poltrona da classe executiva para acomodar o atleta de 1,98m com a perna imobilizada. No Hospital Albert Einstein, o ortopedista Dan Oizerovici, avisado pelo pai de Marcelo, Juracy, já o esperava. Marcelo sofreu uma cirurgia no domingo 13. “Reconstruímos o tendão e ainda fizemos um reforço no ligamento. Ele deve voltar a jogar dentro de oito meses”, avalia o médico. “Vou lutar sem descanso para me recuperar. Quero disputar mais uma olimpíada”, diz Marcelo.

O médico que operou Marcelo, Dan Oizerovici: “Reconstruímos o tendão e ainda fizemos um reforço no ligamento”

Se depender do apoio, o craque retornará com tudo às quadras. O pai Juracy, 51 anos, e o irmão Márcio, 26, não saem de perto. “Meu irmão é um lutador e vai voltar à seleção”, prevê Márcio. Marcelo conta especialmente com o carinho da mulher, Ísis, 33. Os dois se conheceram há cinco anos, num hotel de São Paulo, onde a seleção estava hospedada. “Olhei, achei ela bonita e fui lá conversar”, resume o craque. Se o encontro tivesse acontecido alguns anos antes, talvez os dois nunca tivessem se falado. Isso porque o garoto, que aos 10 anos já tinha 1,80m, era tão tímido quanto alto.

A vergonha de Marcelo foi embora com as vitórias no vôlei. Aprendeu tudo com o pai, que do alto de seu 1,95m joga vôlei de praia até hoje. “Eu era o Mão e ele, o Mãozinha”, conta Juracy. Além de Marcelo, a caçula Marília, 16 anos e 1,90m, já brilha como levantadora do juvenil do Suzano. Só Márcio não seguiu carreira. Por ter que adiar os planos na seleção, o jogador quer realizar um sonho. “Eu e a Ísis já estávamos planejando um filho para 2002”, diz. Agora que a contusão o obrigará a passar mais tempo em casa, a família Negrão deve ganhar, em breve, mais um futuro atleta.

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