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07/05/2001

PROFISSÃO

FRANCISCO GALVÃO
O domador se despede
Depois de 30 anos à frente do Simba Safari, o empresário deixa o parque nas mãos do zoológico e negocia criação do Safari Zoo

Gustavo Maia

Beto Tchernobilsky

Pelas sete da noite da segunda-feira 30, como era de costume, o empresário Francisco Galvão 62 anos, trancou as portas de seu escritório e preparou-se para ir para casa. Antes porém, o ex-proprietário do Simba Safari, uma das mais famosas atrações turísticas de São Paulo, dispensou mais cedo os 52 funcionários e, sozinho, recolheu às celas os 19 leões que por 30 anos viveram soltos no parque. “Foi um dos momentos mais tristes da minha vida”, emociona-se. Era o último dia de Galvão à frente do Simba Safari. Com o final do contrato de 30 anos, o parque passa para as mãos do Zoológico e os felinos terão de viver em jaulas. “Acho bom que eles os prendam, porque eles não têm know-how para mantê-los soltos”, alerta Galvão.

O empresário e caçador que veio da África com o sonho de trazer um pouco dela para São Paulo, encerra seu ciclo magoado. Tudo porque o Zoológico pretende vender o parque para a iniciativa privada em alguns meses. “Tudo que eu construí será vendido a um desconhecido”, afirma Galvão, que doou seus animais ao Zoológico sem saber dos planos da venda. Galvão planeja agora reabrir o parque em outro local. Ele negocia com o Hopi Hari, a criação do Safari Zoo. “Se não der certo, tenho outros planos. Não posso ficar longe dos animais”, afirma.

Francisco Galvão nasceu numa chácara em São Paulo. Lá criava jacarés e uma onça. Aos 15 anos foi mandado para a Europa pelos pais. Em 1968 decidiu passar 25 dias na África. Acabou ficando oito meses. “Fiquei admirado”, lembra. De caçador a fotógrafo, Galvão percorreu o continente e ganhou experiência com animais selvagens. Voltou para o Brasil com uma idéia na cabeça. O Simba foi inaugurado no dia 4 de março de 1971 e fechou as portas na segunda-feira. Contabilizou 8,5 milhões de visitantes e virou passeio obrigatório do paulistano. “Saio com a sensação de dever cumprido”, diz ele.

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