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A Grande Família
Remake colorido não tem o mesmo sabor do original em preto e branco

Alessandro Giannini

Divulgação
Marieta Severo e Marcos Oliveira, no episódio de estréia: uma família ao som de funk

Nos anos 70, a típica família suburbana ouvia MPB, assistia televisão em preto e branco e não tinha carro. Nos anos 90, ouve funk, assiste tevê em cores e, na melhor das hipóteses, tem carro usado. É o que se aplica ao remake do seriado A Grande Família, que a Rede Globo levou ao ar na última sexta-feira, com participação especial do ator Marcos Oliveira. A direção geral é de Mauro Mendonça Filho.

Com texto de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa, o programa original fazia uma crônica saborosa e bem sacada da classe média baixa paulistana. Adaptado e atualizado por Cláudio Paiva, Marcelo Gonçalves e Bernardo Guilherme, o seriado mantém o caráter de retrato do cotidiano. Mas nem de longe tem o mesmo sabor daqueles velhos episódios em branco e preto.

As diferenças são poucas, mas significativas. Enquanto a trama original era ambientada em São Paulo, a de hoje se passa no Rio. A idade média dos protagonistas também baixou um pouco. E, claro, as referências também se transformaram. Não seria errado dizer que, em muitos sentidos, se deterioraram.

O desenho da família não mudou muito. Com problemas crônicos de dinheiro, Lineu (Marco Nanini) e Nenê (Marieta Severo) ainda vivem se apertando para continuar na luta. Seu genro Agostinho (Pedro Cardoso), um vagabundo crônico, continua inventando maneiras de enriquecer rapidamente. Enquanto isso, os irmãos Bebel (a estreante Guta Stresser) e Tuco (Lúcio Mauro Filho) tentam achar novas maneiras de não fazer nada. E o rabugento “seu” Flor fica a reclamar de tudo.

Idealizado no ano passado para substituir Sai de Baixo no período de férias do elenco, A Grande Família passou por várias modificações até ganhar autonomia. Passou por dificuldades na formação da equipe técnica e teve vários adiamentos até ser levado ao ar. Com tantos obstáculos, é natural que sobrem arestas a ser aparadas para que o programa ganhe personalidade. Em algum lugar do passado...


EDIÇÃO 88
 

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