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02/04/2001

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A guerra dos sofás - CONTINUAÇÃO

Piti Reali
Fotos: Edu Lopes
‘‘Não gosto de muita bunda no programa. Mas se o povo quer, então vá lá’’, diz Luciana Gimenez

Luciana reconhece que a onda funk alavancou a audiência do Superpop. “Não consigo levar ao ar histórias tristes porque me emociono. Prefiro o "popularesco”, conta. Há um mês, criou as segundas-feiras funk. “São as segundas bundais. Bunda não fala”, brinca. “Bunda fala, sim”, rebate Adriane. “Toda bunda tem um rosto, todo rosto tem uma boca e toda boca tem uma língua que tem de falar.”

A diretora do programa de Adriane, Tereza Guimarães, afirma que no É Show o funk é tratado como “mais um ritmo e ponto final”. Diz ainda que lá as funkeiras são entrevistadas com seriedade, como aconteceu em 20 de março, quando MC Beth, autora do hit “Dança da Motinha” cantou, mas também falou de sua vida em família.

Financeiramente os dois programas não desapontam as emissoras. A direção da Record diz que até junho quer que a atração de Adriane esteja entre as cinco mais rentáveis da emissora. “Tanto o É Show quanto o Superpop faturam na casa dos R$ 500 mil mensais”, conta um influente diretor de tevê. Ao contrário do É Show, o Superpop possui um patrocinador de peso.

A C&A, que tem como garota-propaganda a top model Gisele Bündchen, topou desembolsar R$ 270 mil mensais para, durante um ano, ter o nome vinculado ao programa de Luciana. O É Show não tem patrocinador. No entanto, neste mês, dez anunciantes escolheram o programa de Adriane para veicular seus produtos. A previsão é que o mesmo aconteça no Superpop a partir do próximo mês.

Um diretor de uma conceituada agência de publicidade do País, conta que, na tabela, um ponto no Ibope do programa de Luciana custa R$ 12,5 mil para os anunciantes, ao passo que no É Show sai pela metade desse preço. “O Superpop é a vitrine da Rede TV! e atrai anunciantes para outras atrações. Na Record, cada programa se auto-sustenta”, explica esse diretor. “Daí a diferença nos valores. Mas os preços dos dois programas se equivalem quando sentamos para negociar.”

Adriane e Luciana vão ao ar nos mesmos dias e horários e mantêm seus programas com atrações parecidas: atores, cantores e artistas famosos ou anônimos. “Mas o Superpop tomou uma linha popular para dar Ibope”, diz o diretror Fernando de Almeida, ex Superpop. “O É Show é uma revista de tevê variada e bem conduzida pela Adriane.”

Muitas vezes, a luta por um convidado é travada a unha. Até o alto escalão da Rede TV! interferiu nessa disputa. Na terça-feira 13, tudo estava certo para a apresentadora Marília Gabriela ser entrevistada ao vivo no É Show. Amiga de Marília, Adriane soube duas horas antes de ir ao ar que a participação dela fora vetada pela Rede TV!, onde Marília tem um programa de entrevistas. “Foi uma atitude pessoal para me prejudicar”, reclama Adriane. A apresentadora do É Show, que havia produzido três matérias sobre as manias de Marília, de repente, ficou sem metade do programa.


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