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02/04/2001

LIVROS

PALMÉRIO DÓRIA
Na cama com as celebridades
O jornalista lança coletânea com os trechos mais picantes de entrevistas com mulheres famosas para a revista Sexy, da qual foi diretor nos anos 90, e desperta a ira de quem
está no livro

Marianne Piemonte

Piti Reali
“No começo dos 90, as atrizes não queriam parecer barbies assexuadas", diz Palmério Dória

Quem conheceu o menino que nasceu em Santarém, no Pará, foi criado em Belém por um padre e teve como primeiro emprego espanar os livros da biblioteca do cônego da cidade, jamais diria que ele seria o autor de Evasão de Privacidade, livro que reúne uma penca de entrevistas picantes. Pois é essa a trajetória do jornalista Palmério Dória, 53 anos, que abandonou as notícias do dia-a-dia para tratar de temas leves, entrevistando mulheres bonitas e famosas.

Depois de trabalhar como chefe de reportagem na Rede Globo, nos jornais Folha de S. Paulo e Estado de São Paulo, tornou-se diretor de redação da Revista Sexy em 1992. O livro traz trechos das entrevistas realizadas em seus sete anos de comando da publicação.

Depois do lançamento na sexta-feira 23, muitas das atrizes e modelos citadas no livro ameaçaram processá-lo, mas até agora nenhuma foi adiante. “A editora recebeu um telefonema de Regininha Poltergeist. Ela disse que gostaria de ter sido avisada, porque agora é uma senhora casada”, conta ele. Apesar dos protestos, o autor se diz seguro, pois guardou as gravações.

Piti Reali
“O Brasil aderiu a onda de intimidade com uma década de atraso com relação aos EUA”, diz Palmério

É seu terceiro livro. Os dois primeiros, Mataram o Presidente – Memórias do Pistoleiro que Mudou a História do Brasil, de 1976, sobre a crise que culminou com o suicídio de Getúlio Vargas, e A Guerrilha do Araguaia, de 1978, tratavam de temas políticos.

Para a nova aventura literária, em vez de horas de entrevistas com historiadores, a tática para arrancar boas declarações das celebridades era marcar conversas em locais descontraídos, regadas a vinho ou uísque. “No começo dos anos 90, as atrizes não queriam mais parecer barbies assexuadas. Eram mulheres como as outras.”

As entrevistas superavam-se em declarações picantes. “Havia uma espécie de competição entre elas para ver quem contava a história mais louca”, diz. E nessa época, acredita, todos topavam falar. “O Brasil aderiu à onda de intimidade com uma década de atraso com relação aos Estados Unidos”, explica. Entre os trechos do livro, Palmério tem predileção pelos depoimentos de Carolina Ferraz, contando sua primeira traição, e de Roberta Close, que narra a primeira transa depois de operada.

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O que você acha de famosos que, após desfrutar do sucesso por causa de uma entrevista no passado, desmentem, agora, as declarações que estão no livro lançado pelo jornalista Palmério Dória?

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