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26/03/2001

POR ONDE ANDAM

Os pais do Funk - continuação

King Combo, rei do balanço
Leandro Pimentel
O James Brown carioca e as crianças do Funlar: “Surgimos dizendo que ser negro era bonito”


Ele foi paraquedista, dançarino e começou a carreira artística dublando Little Richard em programas de rádio. Mas foi como mestre de cerimônias de um navio que Gerson King Combo conheceu o ídolo James Brown. “Ele estava fazendo um show em Porto Rico, e eu pulei no palco e comecei a sambar”, conta Combo.

De volta ao Rio, em 1970, Gerson chegou americanizado. Trouxe capa, chapéu, sapato cavalo-de-aço, montou o conjunto Gerson Combo Brazilian Show e ajudou a fundar o movimento Black Rio. “A essência do movimento era dançar, ser bonito e se vestir espalhafatosamente bem”, conta.

Duas décadas depois de “Mandamentos Black”, aos 56 anos, Combo volta a entrar em estúdio. “Será um CD 100% soul, mas também tomei carona nas batidas do hip hop”, define Combo, um dos precursores do rap nacional, graças ao seu canto falado.

A retomada incentivou-o a perder 40 dos 126 quilos acumulados longe dos palcos. “Em 1990, fiquei viúvo e para mim estava tudo acabado”, conta Combo, que enfrentou os anos de esquecimento coordenando atividades culturais para deficientes físicos e mentais na Fundação Lar Escola São Francisco de Paula. “Essas crianças me deram todo o alento. Sou o ídolo delas”, diz o rei do balanço, pronto para reconquistar o trono e uma nova geração de fãs.

Tony mete bronca
Leandro Pimentel
Tony “Checker”: “Fazíamos aglutinações de 15 a 20 mil pessoas nos bailes. Nosso estilo de vida era uma festa. Com um romantismo muito grande. Fico um pouco triste que as pessoas hoje ignorem o que fizemos”


Ele foi paraquedista, dançarino e começou a carreira artística dublando Little Richard em programas de
rádio. Mas foi como mestre de cerimônias de um navio que Gerson King Combo conheceu o ídolo James Brown. “Ele estava fazendo um show em Porto Rico,
e eu pulei no palco e comecei a sambar”, conta Combo.

De volta ao Rio, em 1970, Gerson chegou americanizado. Trouxe capa, chapéu, sapato cavalo-de-aço, montou o conjunto Gerson Combo Brazilian Show e ajudou a fundar o movimento Black Rio. “A essência do movimento era dançar, ser bonito e se vestir espalhafatosamente bem”, conta.

Leandro Pimentel

Duas décadas depois de “Mandamentos Black”, aos 56 anos, Combo volta a entrar em estúdio. “Será um CD 100% soul, mas também tomei carona nas batidas do hip hop”, define Combo, um dos precursores do rap nacional, graças ao seu canto falado.

A retomada incentivou-o a perder 40 dos 126 quilos acumulados longe dos palcos. “Em 1990, fiquei viúvo e para mim estava tudo acabado”, conta Combo, que enfrentou os anos de esquecimento coordenando atividades culturais para deficientes físicos e mentais na Fundação Lar Escola São Francisco de Paula. “Essas crianças me deram todo o alento. Sou o ídolo delas”, diz o rei do balanço, pronto para reconquistar o trono e uma nova geração de fãs.


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