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12/03/2001

ESPECIAL

Maitê Proença vê exame como prova de amor

Leandro Pimentel

“Sabia que existia a possibilidade, apesar de pequena, mas acreditava no melhor. Eu estava começando um relacionamento e queria uma vida sexual normal, sem ter que usar camisinha.

Nunca fui promíscua, mas queria uma vida sexual normal. Fomos fazer o exame juntos e aquilo nos serviu como parâmetro de fidelidade. Aconteceu há cinco anos no Rio de Janeiro e não houve nada de mais. Eu ia fazer um hemograma e aí decidimos fazer também o teste de aids.

Uma senhora que tira meu sangue para exames há tempos foi coletar nosso material em minha casa. Foi superlight porque para nós tratava-se de uma prova de amor. Estávamos abrindo o jogo, até então não sabíamos de nada a respeito do outro sobre isso. Só tínhamos transado de camisinha, afinal não existe vacina, mas existe precaução. Acredito que essa é uma boa forma de começar um relacionamento. Uma maneira verdadeira de dizer eu te amo.

O resultado foi direto para as mãos do meu médico. Não cheguei a ver o exame, apenas telefonei para o médico e recebi o resultado. Dentro do contexto social, o teste é uma coisa pesada, mas sempre fui otimista, nunca penso no pior. Não fiquei em pânico dias antes nem pessimista. Foi como o primeiro exame de colo de útero ou de câncer de mama.

É claro que dá um frio na barriga, tive amigos com aids, conheci os efeitos da doença de perto. Mas acredito que é melhor viver com a verdade do que torturado por uma hipótese macabra. Sabendo da verdade, existe a possibilidade de se tomar providências enquanto que, trabalhando apenas com hipóteses, a pessoa não sai da inércia e acaba colocando outras pessoas em risco, muitas vezes pessoas que ama. Depois do meu primeiro exame já fiz mais dois ou três. Todos no mesmo contexto, com a idéia de cumplicidade do casal.”

Maitê Proença, 42 anos, atriz, separada

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