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12/03/2001

ESPECIAL

Cláudia Ohana queria relação sem paranóia

André Durão

“ Quando fiz o primeiro teste de aids estava morrendo de medo. A gente sempre fica com paranóia. Era 1988, estava começando uma relação e não queria que existisse qualquer paranóia. Afinal, a aids chegou no início da década de oitenta, quando o comportamento era mais liberal, não existia a relação com camisinha.

Para mim, fazer o teste de aids é como ir ao ginecologista fazer exames preventivos, porque uma relação sexual com medo de uma doença desse nível é uma relação castrada. Acho ridículo ficar com medo do esperma, que é uma coisa bonita e natural. Por isso, o exame é a única maneira de ter segurança, considero uma prova de amor.

Sentamos, conversamos e decidimos fazer juntos. Procurei o meu médico e disse que queria fazer o exame. Ele ficou surpreso e me perguntou o motivo. Expliquei que tinha tido relações sexuais antes da aids e que me preocupava com isso. Não fui ao laboratório, pedi ao médico que colhesse sangue em minha casa. Claro que fiquei nervosa, tive dor de barriga no dia mas não adiei o exame. O maior grilo era esperar pelo resultado, foi horrível. Naquela época, o exame era feito em São Paulo e levou quase um mês para ficar pronto.

O resultado chegou pelo correio, quem viu primeiro foi Rudi, com quem eu estava casada na época. Ele abriu e ficou fazendo suspense comigo, dizendo que o exame havia chegado. Na hora em que a gente está com o resultado na mão, fica travada. Mas quando vê, é muito legal, une ainda mais o casal. Ficamos brincando, dizendo que íamos colocar o resultado num quadro e pendurar na parede. A gente contava para todo mundo.

Por isso, sempre fiz questão de fazer o teste com a outra pessoa. Me dá tranqüilidade para viver uma relação de confiança, é uma prova de amor. Já fiz o teste quatro vezes, sempre que estou iniciando uma nova relação. A última foi há três anos, está na hora de fazer de novo. É um pacto.”

Cláudia Ohana, 37 anos, atriz, separada

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