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12/03/2001

ESPECIAL

O nervosismo da espera, a sensação de alívio com o resultado negativo, lembranças de episódios de risco. Celebridades contam como foi a experiência do primeiro teste de aids

Rodrigo Cardoso

Submeter-se a um teste de aids deixou de ser tabu. Independentemente da orientação sexual ou da situação conjugal, cada vez mais pessoas dispõem-se a descobrir se carregam o vírus da doença. Tornou-se praxe na lista de exames de pré-natal requisitados pelos médicos e uma prática entre casais que juram fidelidade mútua. “É um pacto, uma prova de amor”, define a atriz Cláudia Ohana, que faz o teste toda vez que inicia uma nova relação.

No Brasil, onde os infectados pelo HIV somam 196 mil, o Ministério da Saúde estima que 20% dos brasileiros se submeteram a, pelo menos, um exame na vida. E depois do Carnaval, como era de se esperar, a procura aumenta. “Quinze dias depois dobra o número de testes”, afirma o infectologista Jamal Suleiman, do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, centro de referência de aids do País. “As pessoas se sentem mais vulneráveis.”

A aids surgiu como um mal ligado aos homossexuais, mas o panorama mudou. Hoje, 43% dos novos casos são decorrentes de relações heterossexuais. Nos últimos quatro anos, o número de mulheres infectadas cresceu nove vezes mais do que o verificado em homens. “A maioria delas foi contaminada em relações estáveis”, alerta Alexandre do Valle, coordenador do Grupo Pela Vidda, ONG que auxilia soropositivos.


O estilista Clodovil Hernandez conviveu com o fantasma da aids em meados da década de 80, depois da morte de outro costureiro famoso, Marcus Vinicius Resende Gonçalves, o Markito, em 1983, em Nova York. Aos 31 anos, Markito foi o primeiro brasileiro de renome a falecer em decorrência da aids. “Foi publicado num jornal que eu estaria com o vírus”, lembra Clodovil, que fez o exame e convocou uma entrevista para provar que não estava doente.

Clodovil repetiu o teste várias vezes, assim como outras celebridades, entre elas o apresentador Luciano Huck e a modelo Monique Evans. “Tem gente que não quer saber o que tem. É uma falta de respeito com quem você transa”, opina o estilista. Gente colheu depoimentos de diversas celebridades sobre a experiência de fazer o primeiro teste de aids. Do nervosismo da espera pelo resultado à sensação de alívio com o negativo estampado no papel do exame, das desconfianças pontuais às lembranças remotas de episódios de risco, há algo em comum em todas as histórias: vale a pena tirar a dúvida.

colaboraram Rosângela Honor(RJ) e André Barreto(DF)

Clique na imagem e confira o
depoimento de cada celebridade


Marcelo Faria

Núbia Ólive

Luciano Huck

Clodovil Hernandez

Cláudia Ohana

Monique Evans

Helô Pinheiro e Fernando Mendes Pinheiro

Maitê Proença

Dinho Ouro Preto

Fotos: Leandro Pimentel, Silvana Garzaro, Fernando Martinho, André Durão, Piti Reali

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