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Malena
Giuseppe Tornatore ambienta história de amor
na Segunda Guerra
Alessandro
Giannini
| Divulgação |
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Monica Belluci: beleza estonteante |
Itália,
1941. Em uma cidade da Sicília, um garoto faz 13 anos e ganha
sua primeira bicicleta. Ao mesmo tempo, conhece a mulher mais bonita
da aldeia e desperta para o amor. Essa é, em resumo, a trama
de Malena, novo filme de Giuseppe Tornatore (Cinema Paradiso),
indicado ao Oscar nas categorias de melhor fotografia e trilha sonora
original.
Mas
em torno dessa pequena fábula há muito mais. Mussolini
está no poder, e o país em guerra. O pequeno Renato
(Giuseppe Sulfaro) ainda usa calças curtas. E Malena (Monica
Bellucci) cuida do pai enquanto espera o marido voltar do fronte.
De uma beleza estonteante, ela desperta paixões não
só entre os jovens, mas também entre os homens mais
velhos. E desperta a ira das mulheres, que enxergam nela uma ameaça.
Quando
chega a notícia de que o marido morreu, Malena passa a ser
o alvo de todos os homens da pequena cidade. Ela acaba cedendo e
torna-se uma espécie de messalina. Renato acompanha
tudo de longe, tomando conta de sua amada. O filme
contém todos os clichês possíveis e imagináveis
dos dramas italianos. Mas Tornatore trata seus personagens com carinho
e respeito admiráveis. O despertar da paixão
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