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26/02/2001

CARREIRA

A boa vida do Zeca Pagodinho
Com 400 mil cópias vendidas do último disco e show marcado em Portugal, Zeca Pagodinho deixa a mulher cuidar de seu dinheiro e mantém uma rotina simples em seu sítio na baixada fluminense, onde gosta de beber com os amigos

Vivianne Cohen

Leandro Pimentel
Zeca entre a farra com os amigos no sítio em Xerém

Numa terça-feira de janeiro, Zeca Pagodinho levantou às cinco da manhã para fazer o que mais gosta: passar o dia em Xerém, na Baixada Fluminense. Nem precisou acordar às sete os filhos Eduardo, 13 anos, e Louisinho, 11.

Já estavam de mochila nas costas para acompanhar o pai na viagem de uma hora e meia da Barra da Tijuca, no Rio, onde moram, até o sítio. Desde dezembro, Zeca, 41 anos, a mulher Mônica Piquet, 32, e os três filhos se dividem entre Xerém e uma casa alugada no luxuoso condomínio Pedra de Itaúna. O refúgio no bairro dos emergentes cariocas foi por motivo de saúde. Zeca descobriu uma inflamação no fígado. “Em Xerém bebo o dia inteiro”, conta. Após a mudança, o cantor conseguiu ficar um mês sem cerveja.

Zeca recebeu a equipe de Gente na varanda de seu sítio, de sandálias havaianas e bermuda. Na garagem, uma charrete, um fusca e uma caminhonete Mitsubishi. No calor de quase 40 graus, tomou três duchas durante a entrevista. “Minha mulher me chama de maluco porque tomo banho frio até no inverno”, disse. Irrequieto, foi logo dar atenção aos três bois no curral. “Esses são o Jean Pierre, a Érica e o Barão”, apresentou.


Em seguida, chamou os filhos para ir a sua Fazenda Chapéu do Sol, a dois quilômetros do sítio. Louisinho vai de quadriciclo motorizado e Eduardo, de moto. Presente do pai de Dia das Crianças. “Sou um babacão com meus filhos”, diz. Não gosta que cheguem tarde em casa e, se tiram nota baixa, é castigo na certa. “Ele proíbe a gente de sair”, conta Eduardo.

Leandro Pimentel
No sítio, com Elisa: “O namorado da minha filha é o chinelo”, diz ele

Zeca é um pai ciumento. Colocou Baixinho, um senhor que tirou das ruas há oito anos e que mora com ele, para espionar Eduardo enquanto namora. Com Elisa, a caçula de nove anos, é pior: “O namorado da minha filha é o chinelo”. Os três têm aula de música na Escolinha de Música Mata Virgem Zeca Pagodinho, em frente ao seu sítio. Construída há seis meses, lá menores carentes aprendem a tocar instrumentos.

Antes de seguir para a fazenda, Zeca não resiste. Passa no Bar do Geraldo e compra cerveja. No dia em que esteve com a reportagem, só tinha tomado leite até o meio-dia. “Mas prometo que vou ficar mais 20 dias sem beber”, diz. Sua mãe, dona Linéa, que mora na casa em frente, o chama para almoçar. Zeca garante que na volta passa lá.

Criado em Del Castilho, Zona Norte do Rio, o sambista batizado de Jessé Gomes da Silva Filho acostumou-se desde cedo a viver perto da natureza. De família humilde, ia com os pais e os quatro irmãos para Irajá, subúrbio onde nasceu, cuidar dos animais que criava.

Hoje, perdeu a conta dos bichos que tem nos quatro sítios em Xerém. Os cachorros são a sua paixão. “Tenho mais de 20”, conta. Em uma de suas caminhadas matinais com a filha Elisa, uma moradora viu Zeca passando e soltou seis cães na porta de sua casa. Ele recolheu todos.

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