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VERA LOYOLA

26/02/2001

“Fiz uma revolução social” - continuaçãO

Leandro Pimentel

“Cafona e brega é ficar por aí julgando os outros”, diz Vera

Você sempre compete com as mulheres?
Uma época resolvi fazer análise porque as minhas amigas faziam. Escolhi um homem. Achei que uma mulher poderia ter uma coisa meio competitiva. Aliás, no mercado acho que a maior concorrente da mulher não é o homem, é outra mulher.

O que é o estilo Vera Loyola?
Estilo colorido, que vem de dentro.

E os tapetes persas no seu carro?
Olha, esse negócio é o seguinte: uso tapetes persas no meu carro desde os 18 anos, quando minha mãe me deu um persa velhinho que ficava na fazenda da minha avó. Estava todo puído, não dava para restaurar. Aí tivemos a idéia de cortá-lo em pedacinhos e colocar no carro.

Também teve aquela dos sapatos feitos de uma bolsa Louis Vuitton...
E quem falou que eu estraguei a bolsa para fazer sapato? Não foi isso. Não tinha Louis Vuitton no Brasil quando comprei aquela bolsa em Paris. Acontece que o couro danificou e decidi aproveitar o que estava bom. Forrei um sapato, e daí?

Como reagiu às críticas da festa de aniversário da sua cachorra Pepezinha?
Ela está comigo há 12 anos e é como uma filha. Gostar de um bicho não é problema nenhum. Fui lá, chamei uma amiga e outra. Era mais um pretexto para nos encontrarmos. E não gastei praticamente nada. Foram R$ 500.

Mas e a promoção em torno da festa?
Eu falei para um jornal só. Foi esse que espalhou para todo mundo! Quer saber, o Fantástico só passou porque subiu no muro para filmar. Eu não deixei ninguém entrar. Nunca imaginei que uma festa de cachorro fosse dar um rebu desses, menina.

Você gosta da fama?
Quem não gosta? Mas não sou um sucesso. Estou um sucesso.

Mas você dá um empurrãozinho, não?
Olha, quando usei o vestido parecido com o de Lady Di para a festa das mais elegantes da Hildegard Angel era porque a ocasião comportava. Era um Valentino preto lindo. E quando você faz isso é para homenagear a pessoa que te convidou.

Você se considera chic?
Eu não me acho deselegante. Sou normal. Ando com boas roupas e tem gente que gosta do meu estilo.

Qual a sua grande contribuição à sociedade?
Fiz uma revolução social. Dei uma mexida com aquela coisa antiga, de só serem citadas e ter direito a aparecer as pessoas ditas importantes.

Quem é importante pra você?
São as pessoas que eu gosto. O resto não é importante. Por exemplo, o presidente da República não é importante, porque ele está fazendo um péssimo governo. Ele é um ótimo diplomata, ele representa bem o Brasil. Mas ele não está governando.

Você acredita em destino?
Sou fatalista. Acho que Deus coloca as coisas no lugar certo. Acredito que minha história já estava traçada.

Você ousava na sua juventude?
Sempre fui católica e tive uma família tradicional. Acabei me casando virgem e me arrependo muito disso. Meu casamento durou oito anos.

Leandro Pimentel

“Ela (Ariadne) nunca foi parada para mim", diz

Continua católica?
Na verdade sou cristã. E critico a Igreja. Essa coisa de não poder separar não existe. Não deu certo, não deu, ponto. E agora, por causa disso, porque nesse segundo casamento que já dura 22 anos não recebi os sacramentos, não posso comungar, confessar.

Qual episódio na sua vida a fez parar para pensar?
Tive duas pessoas da família seqüestradas. Meu pai e meu irmão. Durou cinco dias e muita coisa mudou. Pensei: “Meu Deus, eu aqui cheia de futilidade...” Deus me deu o fardo, e acho que aprendi.

Você participa de ações sociais?
Sou voluntária da ABR (Associação Brasileira de Reabilitação) com a qual contribuo. Mas não vou lá pessoalmente ajudar a cuidar das pessoas, eu sofro muito. Também sou membro da Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais).

O que você espera do seu programa?
Quero que seja um sucesso, claro! Nele teremos o quadro do “Tapete”, no qual estenderei o tapete para quem tiver feito algo digno e bacana durante a semana.

Mais alguma atração que possa adiantar?
Quero ter um cuidado social grande. Vou dar chance a quem nunca tem. Para isso vamos ter o quadro “Emergente”, com pessoas que cantem, dancem ou tenham algum tipo de talento, mas jamais chance de mostrá-lo.

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