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VERA LOYOLA

26/02/2001

“Fiz uma revolução social”
Prestes a estrear um programa de auditório na CNT,
a empresária sente orgulho de ser chamada de rainha
das emergentes cariocas e diz que Ariadne Coelho não
é páreo para ela

Erica Benute

Leandro Pimentel

“Eu sou cristã, já perdoei a Carmem”, diz Vera sobre Carmem Mayrink Veiga

Com uma fantasia batizada “Sultanesa da Corte de Validé”, Vera Loyola adentrará o salão do Copacabana Palace na noite do sábado de Carnaval. Será uma das foliãs de um dos mais tradicionais bailes à fantasia do Rio de Janeiro.

No domingo, é possível que seja ela a surpresa de última hora no desfile da Mangueira. E na segunda, presença garantida no camarote vip da Marquês de Sapucaí. Mas a vida da emergente da Barra da Tijuca que ganhou fama ao imprimir um novo código à sociedade carioca, não é um grande carnaval. Depois de lançar dois livros, Vera Loyola Atrás do Balcão (1998) e Totalmente Vera Loyola (novembro/2000), ela agora se prepara para estrear na televisão.

O programa semanal de auditório Totalmente Vera Loyola (título provisório) deverá ser exibido às 22h, pela CNT, a partir de abril. Com dois filhos, Ignácio de Loyola Barros Damázio, 31 anos, e Anna Thereza Barros Damázio, 28, um segundo casamento com o empresário Pelino Barros e a bem-sucedida rede de padarias Biruta, Vera Loyola, 54 anos, está mais madura mas não menos explosiva.

Ao receber Gente para uma entrevista à beira da piscina de sua casa, deixou escapar uma ponta de mágoa no olhar ao relembrar a rejeição pública que sofreu de Carmem Mayrink Veiga. Em três horas de conversa, Vera Loyola alternou a personagem arrebatadora que criou com a mulher quase solitária que passa tardes na varanda com a secretária Lurdes, e as cadelas Pepezinha, de 12 anos, e Perepepê, 8 meses.

O título de rainha das emergentes incomoda você?
Só os soberanos levam título e eu fui eleita pelo povo. Não basta ser, tem de parecer soberana.

Em seu mais recente livro, você fala do episódio em que Carmem Mayrink Veiga não quis posar para foto ao seu lado e, assim, acabou criando a divisão entre os “tradicionais” e os “emergentes”. Você tem mágoa?
Eu sou cristã e já a perdoei. Espero que ela tenha feito o mesmo.

Mas vocês freqüentam as mesmas festas?
Não, porque tem aquela coisa dela não me deixar ser convidada para o mesmo evento em que ela estará.

Mas isso já ocorreu de fato?
Ah, meu bem, essas coisas acontecem sim. Mas sabe por que ela faz isso? Porque se estivermos num mesmo lugar e eu chegar, os flashes e as máquinas vão se levantar para mim. E para ela não sei como será.

Qual o episódio mais recente de desentendimento entre vocês?
Ela deu uma declaração para me atingir dizendo que baile de debutante é coisa brega. Eu não acho brega as pessoas se divertirem. Brega e cafona é ficar por aí julgando os outros. Eu posso até não achar determinada coisa elegante, mas por que sair por aí falando que é cafona? Deixa as pessoas fazerem o que têm vontade.

Você faz isso?
Vou dar um exemplo. No ano passado, fui ao chá de aniversário da Lili Rodrigues (socialite) no Copacabana Palace e estava lá essa moça de quem todo mundo fala mal, a das quentinhas.

Refere-se a Ariadne Coelho?
Sim, essa aí. Eu achei que não precisava ficar amiga dela. Primeiro porque ela é uma mocinha e eu tenho cinqüenta e poucos anos. Não criei inimizade. Queriam que eu fizesse com ela o que a Carmem fez comigo. Mas sou mais inteligente. Fui lá e disse: “Como vai, tudo bem?” Na mesa ao lado estava a Carmem, eu olhei, tentei cumprimentá-la e ela virou a cara.

Ariadne Coelho já foi considerada sua sucessora. O que você acha disso?
Ela nunca foi parada pra mim. Nunca foi motivo de nada pra mim. Você só pode competir com coisas que têm uma mesma relação. Não temos nada em comum. Eu sou casada com um jovem, ela com um senhor. Uma vez ela passou dizendo: “Ela poderia ser a minha mãe”. Na verdade, o marido dela poderia ser meu pai.

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