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26/02/2001

O teatro digital de Zé Celso

Paula Alzugaray

Divulgação
Zé Celso: sonho de levar o teatro à tevê

Desde que voltou do exílio, no começo dos anos 80, o diretor José Celso Martinez Corrêa fomenta o sonho
de fazer um teatro “plugado com a tevê”. Em 1984, concebeu com a arquiteta Lina Bo Bardi um Teatro Oficina “bárbaro, primitivo, mas tecnizado”, com uma estrutura compatível com as mídias eletrônicas. Na quinta-feira 23, com a reestréia da peça Boca de Ouro, o projeto multimídia de Zé Celso começa a virar realidade.

A partir dessa data, dez peças do repertório da companhia – entre elas Cacilda!, Ham-let, Mistérios Gozosos e a inédita Os Sertões
serão digitalizadas em DVD e transmitidas via internet pela TV UOL e no site www.teatrooficina.com.br.

“Você não pode ignorar a tecnologia assim como não ignora a luz elétrica. No teatro do nosso tempo, o ator tem que trabalhar todas as mídias”, diz
Zé Celso. “Estamos multiplicando isso ao máximo, para tirar o teatro do isolamento.” Durante as apresentações dos dias 10 e 11 de março, os atores de Boca de Ouro irão contracenar com seis câmeras digitais, dirigidas pelo videomaker Tadeu Jungle. Um dos operadores de câmera convidados será Dib Luft, o fotógrafo do Cinema Novo, que lançou-se “com uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”.

Ana Ottoni/Folha Imagens
Tadeu Jungle: o videomaker invade o palco

O projeto, batizado de Festival Teatro Oficina, não pretende apenas eternizar o repertório do Oficina, mas criar um novo produto, híbrido de tevê e teatro. “Evidentemente as peças terão uma leitura ‘tradicional’. Mas não apenas, afinal estarão sendo lidas por uma outra mídia.

Há muito deixamos de acreditar na objetividade do documentário”, diz Tadeu Jungle, que conheceu Zé Celso em 1980, quando terminava o curso de televisão na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo. “Conhecer o Zé Celso foi um divisor de águas. Desde então, sempre atuou como um farol”, conta Jungle, que promete entrar em cena com uma “câmera-carne”, mostrando os atores em closes e ângulos de visão nada habituais às platéias de teatro.

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