|

J.Lo
Jennifer
Lopez coloca as “popozudas” no poder nos EUA
Silvia
Ruiz
| AP |
 |
| Lopez:
do cinema para os discos e para o mundo |
É
como se a baiana Scheila Carvalho fosse a estrela da novela das
oito, namorasse o rapper Mano Brown e ainda por cima soltasse a
voz e vendesse tantos discos quanto a Ivete Sangalo. Pois é
mais ou menos isso, mas em proporções norte-americanas,
a proeza que Jennifer Lopez conseguiu nos Estados Unidos. Em um
país em que as loiras siliconadas à la Pamela Anderson
sempre foram a sensação, miss Lopez, filha de porto-riquenhos,
foi eleita a mulher mais sexy do país no ano passado usando
outros atributos: a morenice e o rebolado latinos.
Jenniffer
é uma daquelas celebridades americanas que transitam entre
o cinema, a música e a dança como quem troca de roupa,
uma legítima rainha do entretenimento. Depois de sua atuação
no filme Selena, de 1997, Jenniffer se tornou a atriz latina
mais bem paga da história de Hollywood. A partir daí,
voltou a investir na carreira musical.
Apesar
de não ter uma voz especial como Whitney Houston ou Mariah
Carey, em seu segundo CD, J.Lo, arrisca-se no R&B sem medo e
em levadas pop e latinas criadas especialmente para chacoalhar o
quadril. E Jennifer sabe compensar a falta de voz com atitude. Isso
ela tem de sobra. A pop star namora o rapper mal-encarado Puff Dady.
Em 1999, o casal se envolveu em uma confusão que acabou em
tiroteio em um clube americano.
O moço
foi parar na delegacia e agora responde a processo por porte de
arma. Mas, afinal, o que seria de uma estrela latina sem uma boa
dose de drama e de fortes emoções? Rebolado latino
|