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Criatividade
é a alma do negócio. Na moda, a máxima
popular fez o setor reinventar no corpo da mulher do novo
século as estampas do italiano Eugênio Pucci
que fizeram a cabeça nos anos 70. No verão
europeu, em julho, essas peças foram o hit da estação,
diz Angélika Winkler, diretora da grife Max Mara no
Brasil.
Com o calor de janeiro e fevereiro, foi agora que blusas tomara-que-caia,
como a de Joana Prado, vestidos e saias de seda explodiram
nas ruas brasileiras.
Contribuiu
para a onda a mistura de cores fortes em estampas nem sempre
decifráveis que quebram a hegemonia das cores lisas.
Todas as grandes grifes trazem essas peças em
suas coleções, mas improvisar em casa criando
seu próprio modelo também está valendo,
diz Angélika.
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