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MPB

19/02/2001

Bahia do Mundo – Mito e Verdade
Carlinhos Brown apela para a world music em seu
terceiro CD

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Marina Monzillo

Divulgação
Divulgação

“Isso é um mar de fé/no zap pele/no sap filme/tudo tem uma lógica/chaminé minério.” Tudo tem uma lógica? Não nas letras de Carlinhos Brown. O refrão de “Crendice”, faixa de seu novo CD, Bahia do Mundo – Mito e Verdade, o primeiro single executado nas rádios, é uma amostra do que se pode encontrar nesse terceiro trabalho solo do percussionista, cantor e compositor.

Letras incompreensíveis, mistura de baianês e inglês, termos do candomblé e até uma canção intitulada “Shalom” (uma saudação judaica). Como levam a crer essa busca pelo ecletismo e o título do disco, Brown quer se firmar no balaio da world music. Mas isso já se espera dele. Espera-se também a contagiante batucada afro que o fez famoso e levado a sério além de Salvador. Mas disso o músico mais uma vez tenta se desvencilhar. Seu caldeirão de ritmos inclui muito mais: reggae (como na faixa “Mess in the Freeway”), MPB (“Senhora”) e até música árabe (“Cearabe”).

O respeito que Brown conquistou nos tempos de Timbalada está bem abalado. Há tempos, os críticos têm sido duros com o blablablá do ex-menino pobre do Candeal, fã de James Brown e genro do mestre Chico Buarque. O público também tem sido impiedoso: seu segundo CD, Omelete Man (1998), teve vendagem baixa e nenhum hit, um declínio em relação a Alfabetagamabetizado (1996), que estourou com a música “A Namorada”. Sem falar do comentado incidente com a platéia do Rock in Rio 3, que lhe atirou garrafas durante sua apresentação no festival, em janeiro (Leia mais em entrevista).

Brown sempre teve tudo para dar certo. Costuma se cercar de gente boa do meio musical: o trabalho anterior teve produção de Marisa Monte, e este tem participação do produtor Memê e do músico Jacques Morelenbaun. Também possui no currículo boas composições como “Segue o Seco” e “Não É Fácil”, que Marisa gravou com sucesso. Só está faltando ao baiano acertar a mão quando o assunto é compor para si mesmo. A saída podem ser as parcerias, que deixou de lado em seu CD: das 13 faixas, nove têm autoria apenas de Brown. Da Bahia para o mundo

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