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O
Amor Secreto
Jornalista
italiana narra amor entre mulher casada e violoncelista
Marina Monzillo
| Divulgação |
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| Paola
Calvetti: sucesso na Europa com romanca de estréia |
Para
Paola Calvetti, autora de O Amor Secreto (ed. Rocco, 153
págs., R$ 25) um teatro é um pequeno universo no qual amor, amizade,
ódio e paixão são ingredientes principais da vida de cada um que
o habita. Ela
sabe também que são elementos mais do que saborosos para um bom
livro.
O suntuoso
teatro Scala de Milão, onde Paola trabalhou como assessora de imprensa,
foi escolhido como cenário para o surgimento do amor de Constanza
e Andrea. Toma-se
conhecimento da história furtiva entre a mulher casada e mãe de
dois filhos e o violoncelista da orquestra, igualmente comprometido,
por meio da carta que Constanza escreve à melhor amiga, Gabriela.
As
153 páginas do livro compõem a carta, divididas não em capítulos,
mas na estrutura de uma sinfonia: prelúdio, quatro movimentos, dois
intervalos e finale. Cada
movimento é um dia do final de semana quando Constanza recebe a
visita de Lucrécia, filha de Andrea, em sua casa de campo em Provence,
na França. Após
a morte do pai, a moça traz de volta as cartas de amor remetidas
pela velha senhora a ele.
Às
vésperas de completar 74 anos, Constanza faz uma viagem ao passado,
estimulada por Lucrécia, para rememorar e reviver o caso secreto.
Podem-lhe faltar características da fase crepuscular da vida, mas
sobram-lhe sensibilidade, paixão e poesia, presentes em mulheres
de todas as idades. Prosa feminina
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