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19/02/2001

O Tigre e o Dragão
Ang Lee volta ao universo oriental em filme de artes marciais

 Veja o trailer do filme O Tigre e o Dragão
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Divulgação
Chow Yun Fat: um guerreiro em busca da mítica espada “destino verde”

Alessandro Giannini

Artes marciais, romance e muita fantasia. Esses são os principais ingredientes de O Tigre e o Dragão, que estréia na sexta-feira 16 em circuito nacional apoiado por dez indicações ao Oscar — incluindo as de melhor filme e melhor filme estrangeiro.

Indicado ao prêmio de melhor direção, o taiuanês Ang Lee faz sua primeira incursão
no gênero. E volta-se novamente a sua cultura, depois de cinco anos passeando
pelo universo anglo-americano em filmes
como Razão e Sensibilidade (1995) e Tempestade de Gelo (1997).

Co-produção entre China, Hong Kong, Taiwan e Estados Unidos, O Tigre e o Dragão teve uma carreira comercial impressionante. Na Ásia, principal plataforma de lançamento do filme, bateu o recorde de bilheteria em Taiwan. Nos Estados Unidos, atingiu na semana passada a marca de US$ 60 milhões, superando o recordista estrangeiro anterior, o italiano A Vida É Bela.

Adaptado de uma saga escrita há 80 anos, o filme remonta a uma China livre das influências ocidentais. A história gira em torno de dois casais. Um deles formado por dois guerreiros maduros e experientes, Li Mu Bai (Chow Yun-Fat) e Yu Shu Lien (Michelle Yeoh). E o outro, por dois jovens impetuosos e apaixonados, o bandido Lo (Chang Chen) e a aristocrata Jen (Zhang ZiYi). Na disputa pela mítica espada “destino verde”, que pode cair nas mãos da vilã Raposa Jade, eles vivem uma aventura repleta de embates físicos e interiores.

Mais do que a aventura, o que chama a atenção em O Tigre e o Dragão é a perspectiva dos personagens. Embora a presença masculina seja marcante, as mulheres conduzem a narrativa. Uma ousadia com a qual o público brasileiro não está acostumado. Kung fu feminista

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